Aldous Huxley passou por aqui.
(com os meus agradecimentos ao Cristóvão)
Monday, July 27, 2009
Wednesday, July 08, 2009
Quebra-cabeças
A Maria do Carmo Figueira é uma excelente tradutora e, para além disso, uma das pessoas que melhor pensa a tradução.
Este pequeno e sugestivo exercício, chamado "Quebra-cabeças", desmonta o processo cognitivo e emocional que existe no acto de traduzir.
Este pequeno e sugestivo exercício, chamado "Quebra-cabeças", desmonta o processo cognitivo e emocional que existe no acto de traduzir.
Tuesday, July 07, 2009
Assinem! Por uma boa causa
Petição Não ao Acordo de Londres - Salvaguardar a Língua Portuguesa
http://www.peticaopublica.com/?pi=traducao
http://www.peticaopublica.com/?pi=traducao
Sunday, July 05, 2009
Wednesday, June 17, 2009
Olha-me que grande novidade!
Segundo um novo relatório da OCDE, elaborado com o apoio da Comissão Europeia, três em cada quatro professores sentem que não têm suficientes incentivos para melhorar a qualidade do seu ensino, ao passo que, três em cada cinco escolas alegam que o mau comportamento dos alunos na sala perturba o bom desenrolar da aula. O relatório assenta no novo inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem (TALIS) e, pela primeira vez, apresenta dados comparáveis à escala internacional sobre as condições de trabalho dos professores nas escolas, baseados nas conclusões de um inquérito conduzido em 23 países participantes.
Resumindo e concluindo:
Só quem anda a "dormir", e quem não "vive" e "sente" diariamente o pulsar da escola, tal como a herdámos, é que pode ficar surpreendido com estas conclusões.
Texto completo, aqui:
Eficácia dos professores prejudicada pela falta de incentivos e pelo mau comportamento na sala de aula
Segundo um novo relatório da OCDE, elaborado com o apoio da Comissão Europeia, três em cada quatro professores sentem que não têm suficientes incentivos para melhorar a qualidade do seu ensino, ao passo que, três em cada cinco escolas alegam que o mau comportamento dos alunos na sala perturba o bom desenrolar da aula. O relatório assenta no novo inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem (TALIS) e, pela primeira vez, apresenta dados comparáveis à escala internacional sobre as condições de trabalho dos professores nas escolas, baseados nas conclusões de um inquérito conduzido em 23 países participantes.
Ao apresentar o relatório, o Secretário-Geral da OCDE Angel Gurría insistiu na necessidade de melhorar o desempenho dos professores. «O êxito das políticas de educação depende fortemente da existência de professores de elevada qualidade,» afirmou. «A verdade é que a qualidade de um sistema educativo não pode superar a qualidade dos seus professores e do respectivo trabalho.»
Ján Figel', Comissário Europeu responsável pelo pelouro da educação, formação, cultura e juventude, acrescentou a este respeito: «Estima-se que haja 6 250 000 professores na UE, que precisam de toda a ajuda que as autoridades educativas lhes possam prestar para poderem leccionar o melhor possível nos diversos ambientes de sala de aula, em rápida evolução. Para tanto, é necessário determinação e empenho por parte dos responsáveis políticos no apoio aos nossos professores, apoio esse não só para melhorar a sua formação, mas também para a melhoria das suas condições de trabalho.»
O relatório, intitulado «Creating effective teaching and learning environments» (Criar ambientes de ensino e aprendizagem eficazes), baseia-se nas conclusões do TALIS, e revela o seguinte:
- Na Austrália, Bélgica (Flandres), Dinamarca, Irlanda e Noruega, mais de 90% de professores afirmam não esperar qualquer recompensa pelo facto de melhorarem a qualidade do seu ensino.
- Os professores mostram-se menos pessimistas na Bulgária e na Polónia, ainda que cerca de metade deles não vejam incentivos para melhorar.
- Na Estónia, Itália, República Eslovaca e Espanha, mais de 70% de professores do 3.º ciclo do ensino básico trabalham em escolas em que se refere que as perturbações de sala de aula prejudicam o processo de ensino «em certa medida» ou «bastante».
- Em média, 38% dos professores inquiridos trabalhavam em escolas em que se faz sentir escassez de pessoal qualificado. Na Polónia, este problema afecta apenas 12% das escolas. Já na Turquia, essa escassez afecta 78 % das escolas. http://dx.doi.org/10.1787/607784618372
- Em média, os professores passam 13% do tempo de aula a mater a ordem. Na Bulgária, Estónia, Lituânia e Polónia, esse esforço representa menos de 10 % do tempo de aula.
- Para além das perturbações na sala de aula, outros factores que prejudicam o ensino incluem o absentismo dos alunos (46%), a sua chegada tardia à aula (39%), o uso de linguagem vulgar e blasfema (37%) e a intimidação ou ofensas verbais contra outros estudantes (35%).
- Conjuntamente com a falta de incentivos para melhorarem, nalguns países os professores nem sequer estão sujeitos a qualquer avaliação sistemática nem recebem qualquer forma de apreciação do seu trabalho. É o que acontece com mais de 25 % dos professores na Irlanda e em Portugal, 45 % em Espanha e 55 % na Itália. http://dx.doi.org/10.1787/607856444110
A principal lição política é a de que as autoridades educativas têm de prever incentivos mais eficazes para os professores. Muitos países não estabelecem uma relação entre a apreciação do desempenho dos professores e as recompensas e o reconhecimento que estes recebem e, mesmo naqueles onde tal existe, essa relação não é frequentemente muito estreita.
De um modo geral, o inquérito indica que os planificadores da educação poderiam fazer mais para apoiar os professores e melhorar o desempenho dos estudantes, se o público e os decisores políticos olhassem menos para o controlo dos recursos e dos conteúdos educativos e mais para os resultados da aprendizagem.
Contexto
TALIS é a designação do novo inquérito da OCDE: «inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem». Trata-se do primeiro inquérito à escala internacional que se debruça sobre o ambiente de aprendizagem e as condições de trabalho dos professores nas escolas. Examina questões que afectam os professores e o seu desempenho, na perspectiva dos directores/presidentes e dos próprios professores. Procura-se deste modo suprir importantes lacunas de informação que se observam ao comparar os sistemas educativos a nível internacional.
O inquérito foi conduzido com o apoio da Comissão Europeia, e cobre 23 países participantes: Austrália, Áustria, Bélgica (comunidade flamenga), Brasil, Bulgária, Dinamarca, Estónia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Coreia, Lituânia, Malásia, Malta, México, Noruega, Polónia, Portugal, Eslováquia, Eslovénia, Espanha e Turquia.
Em cada país, foram seleccionadas aleatoriamente cerca de 200 escolas e, em cada uma delas, foram preenchidos dois questionários, um pelo director e outro por 20 professores escolhidos ao acaso.
As perguntas abordavam temas como a preparação dos professores, as práticas de ensino que adoptam e os regimes de reconhecimento e recompensas para os professores.
Resumindo e concluindo:
Só quem anda a "dormir", e quem não "vive" e "sente" diariamente o pulsar da escola, tal como a herdámos, é que pode ficar surpreendido com estas conclusões.
Texto completo, aqui:
Eficácia dos professores prejudicada pela falta de incentivos e pelo mau comportamento na sala de aula
Segundo um novo relatório da OCDE, elaborado com o apoio da Comissão Europeia, três em cada quatro professores sentem que não têm suficientes incentivos para melhorar a qualidade do seu ensino, ao passo que, três em cada cinco escolas alegam que o mau comportamento dos alunos na sala perturba o bom desenrolar da aula. O relatório assenta no novo inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem (TALIS) e, pela primeira vez, apresenta dados comparáveis à escala internacional sobre as condições de trabalho dos professores nas escolas, baseados nas conclusões de um inquérito conduzido em 23 países participantes.
Ao apresentar o relatório, o Secretário-Geral da OCDE Angel Gurría insistiu na necessidade de melhorar o desempenho dos professores. «O êxito das políticas de educação depende fortemente da existência de professores de elevada qualidade,» afirmou. «A verdade é que a qualidade de um sistema educativo não pode superar a qualidade dos seus professores e do respectivo trabalho.»
Ján Figel', Comissário Europeu responsável pelo pelouro da educação, formação, cultura e juventude, acrescentou a este respeito: «Estima-se que haja 6 250 000 professores na UE, que precisam de toda a ajuda que as autoridades educativas lhes possam prestar para poderem leccionar o melhor possível nos diversos ambientes de sala de aula, em rápida evolução. Para tanto, é necessário determinação e empenho por parte dos responsáveis políticos no apoio aos nossos professores, apoio esse não só para melhorar a sua formação, mas também para a melhoria das suas condições de trabalho.»
O relatório, intitulado «Creating effective teaching and learning environments» (Criar ambientes de ensino e aprendizagem eficazes), baseia-se nas conclusões do TALIS, e revela o seguinte:
- Na Austrália, Bélgica (Flandres), Dinamarca, Irlanda e Noruega, mais de 90% de professores afirmam não esperar qualquer recompensa pelo facto de melhorarem a qualidade do seu ensino.
- Os professores mostram-se menos pessimistas na Bulgária e na Polónia, ainda que cerca de metade deles não vejam incentivos para melhorar.
- Na Estónia, Itália, República Eslovaca e Espanha, mais de 70% de professores do 3.º ciclo do ensino básico trabalham em escolas em que se refere que as perturbações de sala de aula prejudicam o processo de ensino «em certa medida» ou «bastante».
- Em média, 38% dos professores inquiridos trabalhavam em escolas em que se faz sentir escassez de pessoal qualificado. Na Polónia, este problema afecta apenas 12% das escolas. Já na Turquia, essa escassez afecta 78 % das escolas. http://dx.doi.org/10.1787/607784618372
- Em média, os professores passam 13% do tempo de aula a mater a ordem. Na Bulgária, Estónia, Lituânia e Polónia, esse esforço representa menos de 10 % do tempo de aula.
- Para além das perturbações na sala de aula, outros factores que prejudicam o ensino incluem o absentismo dos alunos (46%), a sua chegada tardia à aula (39%), o uso de linguagem vulgar e blasfema (37%) e a intimidação ou ofensas verbais contra outros estudantes (35%).
- Conjuntamente com a falta de incentivos para melhorarem, nalguns países os professores nem sequer estão sujeitos a qualquer avaliação sistemática nem recebem qualquer forma de apreciação do seu trabalho. É o que acontece com mais de 25 % dos professores na Irlanda e em Portugal, 45 % em Espanha e 55 % na Itália. http://dx.doi.org/10.1787/607856444110
A principal lição política é a de que as autoridades educativas têm de prever incentivos mais eficazes para os professores. Muitos países não estabelecem uma relação entre a apreciação do desempenho dos professores e as recompensas e o reconhecimento que estes recebem e, mesmo naqueles onde tal existe, essa relação não é frequentemente muito estreita.
De um modo geral, o inquérito indica que os planificadores da educação poderiam fazer mais para apoiar os professores e melhorar o desempenho dos estudantes, se o público e os decisores políticos olhassem menos para o controlo dos recursos e dos conteúdos educativos e mais para os resultados da aprendizagem.
Contexto
TALIS é a designação do novo inquérito da OCDE: «inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem». Trata-se do primeiro inquérito à escala internacional que se debruça sobre o ambiente de aprendizagem e as condições de trabalho dos professores nas escolas. Examina questões que afectam os professores e o seu desempenho, na perspectiva dos directores/presidentes e dos próprios professores. Procura-se deste modo suprir importantes lacunas de informação que se observam ao comparar os sistemas educativos a nível internacional.
O inquérito foi conduzido com o apoio da Comissão Europeia, e cobre 23 países participantes: Austrália, Áustria, Bélgica (comunidade flamenga), Brasil, Bulgária, Dinamarca, Estónia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Coreia, Lituânia, Malásia, Malta, México, Noruega, Polónia, Portugal, Eslováquia, Eslovénia, Espanha e Turquia.
Em cada país, foram seleccionadas aleatoriamente cerca de 200 escolas e, em cada uma delas, foram preenchidos dois questionários, um pelo director e outro por 20 professores escolhidos ao acaso.
As perguntas abordavam temas como a preparação dos professores, as práticas de ensino que adoptam e os regimes de reconhecimento e recompensas para os professores.
Tuesday, June 09, 2009
Monday, June 08, 2009
Curiosidades

Sabia que a UE gasta 2,30 euros por cidadão, em tarefas ou actividades de tradução, de e para as 23 línguas que a compõem?
Publicado no dia 30 de Maio de 2009 no Ecodiario
El Europarlamento gastó 484 millones de euros en multilingüísmo en 2008 MADRID, 30 (SERVIMEDIA) La traducción e interpretación en todas las instituciones europeas de las 23 lenguas de la Unión supone alrededor del 1 por ciento del presupuesto total de la UE, lo que equivale a 2,30 euros por ciudadano y año.
El Parlamento Europeo, junto con la Comisión, es el mayor empleador del mundo de interpretes y traductores. Hay cerca de 1.500 personas trabajando en ello, es decir, más de un tercio de todo el personal del Parlamento.
Una de sus principales funciones es la de realizar la verificación lingüística de los textos de la Eurocámara. El Parlamento dispone de un servicio de traducción en el que trabajan 700 personas, aunque también recurre a profesionales "freelances" para los textos no prioritarios.
La Eurocámara cuenta con una base permanente de 400 interpretes, pero durante las sesiones plenarias, cuando los intérpretes necesarios pueden aumentar hasta 1.000 también se recurre a contratar personal de manera puntual.
En la actualidad, la UE tiene 23 lenguas oficiales y utiliza tres alfabetos: latino, griego y cirílico. Las decisiones sobre las lenguas oficiales exigen la unanimidad de los Estados miembros.
Existen, por tanto, 506 combinaciones bilaterales posibles entre lenguas, ya que cada una de las 23 lenguas puede traducirse a las 22 restantes, y no siempre hay personal para garantizar la traducción.
Para solucionar este problema se utiliza el sistema de lenguas-puente, de manera que los documentos son traducidos a unas pocas lenguas, denominadas lenguas "pivot", y de esos idiomas al resto. Los debates de las sesiones plenarias se interpretan en todas las lenguas oficiales.
Cualquier ciudadano puede dirigirse al Parlamento europeo en cualquiera de las lenguas cooficiales españolas y tiene derecho a recibir respuesta en ese mismo idioma. Catalán, gallego y euskera son lenguas de comunicación entre los ciudadanos y las instituciones europeas, pero no son lenguas oficiales y por ello los diputados no pueden expresarse en esos idiomas en las comisiones o en las sesiones plenarias.
Monday, June 01, 2009
Foi bonita a festa, pá!

Há muitos anos que Serralves faz parte do meu/nosso roteiro sentimental.
Serralves é um estado de espírito, um estado de alma, uma filosofia de vida, um princípio nivelador da minha existência.
Ir a Serralves é um banho de saúde. É renascer um pouco, é respirar alegria, é alcançar uma paz e tranquilidade difíceis de igualar. Ir a Serralves é carregar as baterias, repor energias e equilibrar os nossos dias.
Ir a Serralves é pintar a manta, sujar-nos de tinta, mexer na terra, correr e pular com os miúdos, fazer experiências, dormitar na relva, piquenicar à sombra, saborear uma cerveja no prado. Ir a Serralves é já ter saudades do próximo ano e, a cada momento, ter sempre desejo de regressar.
Até breve, e voltem sempre!
Onde está o "Magalhães"?
Dizem que é uma espécie de Magalhães.
E, já agora, confesso que tinha tudo para ser um belo anúncio de propaganda ao nosso Magalhães, se houvesse criativos à altura na estratégia comunicacional do governo.
Basta é fazer um pequeno, mas difícil, exercício de abstracção, colocar a Ministra da Educação a desfilar na Rua do Carmo (com a canção dos UHF em pano de fundo) e começar a jogar o "Onde está o Wally - versão Magalhães".)
Se aprenderem a treinar o olhar, lá no fundo, no fundo, verão que os aparelhos nas mãos destas meninas podiam perfeitamente ser os equipamentos que fazem as delícias da ganapada e dos adultos, também...
E, já agora, confesso que tinha tudo para ser um belo anúncio de propaganda ao nosso Magalhães, se houvesse criativos à altura na estratégia comunicacional do governo.
Basta é fazer um pequeno, mas difícil, exercício de abstracção, colocar a Ministra da Educação a desfilar na Rua do Carmo (com a canção dos UHF em pano de fundo) e começar a jogar o "Onde está o Wally - versão Magalhães".)
Se aprenderem a treinar o olhar, lá no fundo, no fundo, verão que os aparelhos nas mãos destas meninas podiam perfeitamente ser os equipamentos que fazem as delícias da ganapada e dos adultos, também...
Saturday, May 30, 2009
Uma verdade incómoda

Já o Eça falava disto, com a sua distinção entre o provinciano e o paroquial.
Não é preciso vir o Al Gore e toda a sua parafernália mediática para nos falar de verdades incómodas, nesta era da globalização, em que os acontecimentos mundiais (a milhares de kms da nossa terrinha) assumem, por vezes, contornos verdadeiramente trágicos e urgentes, desviando, quase sempre, a nossa atenção das verdadeiras tragédias que, não raras vezes, ocorrem no nosso pátio, quintal, bairro ou mesmo na porta ao lado.
Porque há verdades incómodas, porque este é um assunto absolutamente vital e porque há muito que queria verbalizar o meu incómodo perante o marasmo e o clima de "balda" académicos, faço minhas as palavras do filósofo e professor universitário José Gil:
A relação afectiva entre professor e aluno foi substituída pelo desprezo deste para com o primeiro.
E, já agora, aconselho vivamente a leitura da sua entrevista ao jornal "Público", de sábado, 30 de Maio, aqui. Isto, adicionado a uma boa dose de Boaventura Sousa Santos, António Barreto e Medina Carreira é uma autêntica bomba atómica, capaz de abalar as mentes mais soporíferas, anestesiadas ou simplesmente adormecidas nos braços de Morfeu.
Porque há verdades incómodas, porque este é um assunto absolutamente vital e porque há muito que queria verbalizar o meu incómodo perante o marasmo e o clima de "balda" académicos, faço minhas as palavras do filósofo e professor universitário José Gil:
A relação afectiva entre professor e aluno foi substituída pelo desprezo deste para com o primeiro.
E, já agora, aconselho vivamente a leitura da sua entrevista ao jornal "Público", de sábado, 30 de Maio, aqui. Isto, adicionado a uma boa dose de Boaventura Sousa Santos, António Barreto e Medina Carreira é uma autêntica bomba atómica, capaz de abalar as mentes mais soporíferas, anestesiadas ou simplesmente adormecidas nos braços de Morfeu.
(porque para bom entendedor...)
Sunday, May 24, 2009
Juventude inquieta
(não, ainda não é o Rumble Fish, mas podia ser... cada coisa a seu tempo)
Uma curta imperdível e evocativa de um certo tempo e de uma memória em que a música ditava as leis, o ritmo, a respiração e o pulsar das nossas vidas, qual deus das pequenas coisas.
LOVE YOU MORE, com produção de Anthony Minghella, realização de Sam Taylor-Wood e argumento de Patrick Marber. E ainda com a aparição cameo muito a la Hitchcock de Pete Shelley, himself, dos Buzzcocks. Com exibição em Vila do Conde, em 2008. A lembrar Control... e tantos outros, num tributo sentido a toda uma geração que cresceu à volta das velhinhas Tubitek e Jo-Jo's. Quem se lembra, quem? Um dia falarei aqui desses templos da música e cultura underground do Porto, no eixo D. João I, Cedofeita, Brasília.
Para ver com nostalgia e conhecer mais em http://www.loveyoumorefilm.com/
Nota: Ouvir com o som no máximo...
Uma curta imperdível e evocativa de um certo tempo e de uma memória em que a música ditava as leis, o ritmo, a respiração e o pulsar das nossas vidas, qual deus das pequenas coisas.
LOVE YOU MORE, com produção de Anthony Minghella, realização de Sam Taylor-Wood e argumento de Patrick Marber. E ainda com a aparição cameo muito a la Hitchcock de Pete Shelley, himself, dos Buzzcocks. Com exibição em Vila do Conde, em 2008. A lembrar Control... e tantos outros, num tributo sentido a toda uma geração que cresceu à volta das velhinhas Tubitek e Jo-Jo's. Quem se lembra, quem? Um dia falarei aqui desses templos da música e cultura underground do Porto, no eixo D. João I, Cedofeita, Brasília.
Para ver com nostalgia e conhecer mais em http://www.loveyoumorefilm.com/
Nota: Ouvir com o som no máximo...
Love You More preview from Matt Cooper on Vimeo.
Thursday, May 14, 2009
Novo dicionário da língua portuguesa revisto e aumentado
Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.
Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom
Porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada
Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.
É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não queira dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase. Muito utilizado por jornalistas e intelectuais.
Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES..
Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial.
Casa que não fractura... não predura.
Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira.
Também existe a variante "Inclusivel".
Mô
A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA.
Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é
uma poupança extraordinária.
Númaro
Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim,
acho um bom númaro!
Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.
Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol.
Ex.: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma
rápida.
Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.
Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.
Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nosso pseudo-intelectuais..
Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis.
O "stander" é um dos grandes clássicos do "português da cromagem"...
Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo
para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está
errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?
Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.
Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom
Porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada
Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.
É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não queira dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase. Muito utilizado por jornalistas e intelectuais.
Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES..
Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial.
Casa que não fractura... não predura.
Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira.
Também existe a variante "Inclusivel".
Mô
A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA.
Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é
uma poupança extraordinária.
Númaro
Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim,
acho um bom númaro!
Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.
Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol.
Ex.: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma
rápida.
Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.
Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.
Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nosso pseudo-intelectuais..
Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis.
O "stander" é um dos grandes clássicos do "português da cromagem"...
Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo
para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está
errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?
Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
Monday, May 11, 2009
Amanhã é dia de luta
Saturday, May 09, 2009
Wednesday, May 06, 2009
Políticos gu-gu-da-da (e só falta juntar água)


Chama-se a isto Product Placement (ou embedded marketing), ou seja, o nome que se dá em marketing à técnica de colocação de uma marca num programa de televisão, ou outro suporte/meio multimédia e audiovisual, de uma forma explícita. Neste caso, o processo é a conhecida ventriloquia socrática, personificada no inenarrável Zílio das Hortas, e o meio é essa espécie de boneco Donale, de nome Piño (ai flores, ai flores de verde piño), mais conhecido por El Piño, o demolidor.
Mas será que o Pinho tem alguma comissão nisto?
Já agora, a Maizena não é só utilizada na culinária?
"Maizena é a marca número um de amido de milho e permite obter melhores resultados, fazendo que seus pratos sejam mais suaves e leves.
Múltiplas possibilidades de uso
Maizena é a marca número um de amido de milho e oferece grandes vantagens por suas múltiplas possibilidades de uso já que pode ser usada na elaboração de massas, molhos, cremes, bolos, tortas, alimentação infantil e muitas outras aplicações. Maizena permite obter melhores resultados, fazendo que todas suas preparações sejam mais suaves e leves."
Múltiplas possibilidades de uso
Maizena é a marca número um de amido de milho e oferece grandes vantagens por suas múltiplas possibilidades de uso já que pode ser usada na elaboração de massas, molhos, cremes, bolos, tortas, alimentação infantil e muitas outras aplicações. Maizena permite obter melhores resultados, fazendo que todas suas preparações sejam mais suaves e leves."
E não será que se devia meter também ao barulho o Nestum, a Milupa, a Nestlé, a Milupa, a Bledina, que tantas gerações de crianças felizes fizeram/alimentaram?
Monday, May 04, 2009
Porto de abrigo
A Mónica foi minha colega de liceu, mas se calhar já nem se lembra de mim. Acho que falámos pouco, nesses anos. Conheci e conheço bem os irmãos.
Há muito que descobri este seu porto de abrigo, e todos os dias abro a janela e deixo a luz e a clareza das suas cogitações inundarem a minha vida.
Sublinho, em especial, este post, porque, embora sendo pai, e não mãe, como o dia de ontem assinalou, também me revejo nas suas palavras.
Há muito que descobri este seu porto de abrigo, e todos os dias abro a janela e deixo a luz e a clareza das suas cogitações inundarem a minha vida.
Sublinho, em especial, este post, porque, embora sendo pai, e não mãe, como o dia de ontem assinalou, também me revejo nas suas palavras.
Sunday, May 03, 2009
Mulheres, Uni-vos
Só não sei bem se a Manuela Ferreira Leite e a Maria de Lurdes Rodrigues se encaixam neste paradigma...
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