As minhas desculpas pela ausência.
Sei que tenho andado arredado, mas outros valores mais altos se levantam.
É tempo de arrumar a casa e preparar o futuro.
Entretanto, aqui vai uma boa notícia.
Thursday, April 24, 2008
Friday, April 04, 2008
Citação # 1
Às vezes somos...
“ Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...”
Guerra Junqueiro, "Pátria" escrito em 1886
“ Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...”
Guerra Junqueiro, "Pátria" escrito em 1886
Wednesday, April 02, 2008
Para resolver o meu problema de expressão...
Ora cá está mais um óptimo exercício de legendagem/interpretação em tempo real.
Friday, March 28, 2008
Jovens e nêsperas - Uma metáfora
Tuesday, March 25, 2008
Ainda a propósito do vídeo
Subscrevo inteiramente o que o Rui Bebiano diz sobre o assunto, quando transposto para as universidades.
Saturday, March 22, 2008
Geração rasca (parte tudo)
Depois de ver isto, e com pleno conhecimento de causa, face a situações afins, só me resta fazer um curto e singelo comentário, evitando, é claro, cair nos habituais lugares-comuns:
Bestial (de besta, leia-se) esta geraçãozeca que se arrasta penosamente, altiva e impune, pelas nossas instituições de ensino, ocupando o nosso precioso tempo com pérolas deste quilate!
Bestial (de besta, leia-se) esta geraçãozeca que se arrasta penosamente, altiva e impune, pelas nossas instituições de ensino, ocupando o nosso precioso tempo com pérolas deste quilate!
Monday, March 17, 2008
Sunday, March 16, 2008
Saturday, March 15, 2008
Kits de sobrevivência para tradutores
Manuais de instruções para tradutores, clientes e consumidores de serviços de tradução
http://www.iti.org.uk/indexMain.html
http://hdl.handle.net/1822/5890
http://www.iti.org.uk/indexMain.html
http://hdl.handle.net/1822/5890
A canção da Noruega
Já tinha falado destes meninos há uns tempos (pelo menos um deles).
Eis que ontem, num posto de escuta da FNAC, redescobri este tema. Ideal para um fim de semana de trabalho ;)
Eis que ontem, num posto de escuta da FNAC, redescobri este tema. Ideal para um fim de semana de trabalho ;)
Friday, March 14, 2008
Tê (de talento)
Há muito que não ouvia isto. Retrato de um outro Portugal, menos formatado e espartilhado.
Esta é capaz de ser melhor (mais genuína, portanto, digo eu)... Muito actual. Hoje a gente lê (?), passiva, apática e abúlica, e não sabe, nem entende o que lê. E talvez não aprenda assim tanto.
A sabedoria popular dos nossos avós , a alma do povo, o nosso código genético, a genuinidade e a espontaneidade desapareceram, substituídas pelo conhecimento de plástico ou cartão, ready-made, ready-to-wear, descartável, consome-consome, pré-embalado e muito alucinante, numa vertigem que nos tolda o pensamento e a emoção. E que nos enclausura noutro tipo de obscurantismo, bem mais triste e aterrador.
(E, já agora, faz-me pensar onde estaria hoje o Rui Veloso sem o Carlos Tê...)
A Gente Não Lê
Rui Veloso
Composição: Carlos Tê / Rui Veloso
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
Rezar o terço ao fim da tarde
Só para espantar a solidão
Rogar a deus que nos guarde
Confiar-lhe o destino na mão
Que adianta saber as marés
Os frutos e as sementeiras
Tratar por tu os ofícios
Entender o suão e os animais
Falar o dialecto da terra
Conhecer-lhe o corpo pelos sinais
E do resto entender mal
Soletrar assinar em cruz
Não ver os vultos furtivos
Que nos tramam por trás da luz
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
A gente morre logo ao nascer
Com olhos rasos de lezíria
De boca em boca passar o saber
Com os provérbios que ficam na gíria
De que nos vale esta pureza
Sem ler fica-se pederneira
Agita-se a solidão cá no fundo
Fica-se sentado à soleiro
A ouvir os ruídos do mundo
E a entendê-los à nossa maneira
Carregar a superstição
De ser pequeno ser ninguém
E não quebrar a tradição
Que dos nossos avós já vem.
Esta é capaz de ser melhor (mais genuína, portanto, digo eu)... Muito actual. Hoje a gente lê (?), passiva, apática e abúlica, e não sabe, nem entende o que lê. E talvez não aprenda assim tanto.
A sabedoria popular dos nossos avós , a alma do povo, o nosso código genético, a genuinidade e a espontaneidade desapareceram, substituídas pelo conhecimento de plástico ou cartão, ready-made, ready-to-wear, descartável, consome-consome, pré-embalado e muito alucinante, numa vertigem que nos tolda o pensamento e a emoção. E que nos enclausura noutro tipo de obscurantismo, bem mais triste e aterrador.
(E, já agora, faz-me pensar onde estaria hoje o Rui Veloso sem o Carlos Tê...)
A Gente Não Lê
Rui Veloso
Composição: Carlos Tê / Rui Veloso
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
Rezar o terço ao fim da tarde
Só para espantar a solidão
Rogar a deus que nos guarde
Confiar-lhe o destino na mão
Que adianta saber as marés
Os frutos e as sementeiras
Tratar por tu os ofícios
Entender o suão e os animais
Falar o dialecto da terra
Conhecer-lhe o corpo pelos sinais
E do resto entender mal
Soletrar assinar em cruz
Não ver os vultos furtivos
Que nos tramam por trás da luz
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
A gente morre logo ao nascer
Com olhos rasos de lezíria
De boca em boca passar o saber
Com os provérbios que ficam na gíria
De que nos vale esta pureza
Sem ler fica-se pederneira
Agita-se a solidão cá no fundo
Fica-se sentado à soleiro
A ouvir os ruídos do mundo
E a entendê-los à nossa maneira
Carregar a superstição
De ser pequeno ser ninguém
E não quebrar a tradição
Que dos nossos avós já vem.
Wednesday, March 12, 2008
Parabéns, Carolina
(in Rapid, Edição da Representação em Portugal da Comissão Europeia, 10/03/08)
· Comissário Orban entrega prémios da UE a jovens tradutores
Vinte e sete jovens tradutores – um por cada Estado membro da UE – reúnem-se hoje em Bruxelas para receber os prémios do primeiro concurso europeu de tradução disputado em estabelecimentos de ensino de todos os Estados membros. Na conferência de imprensa que terá lugar na sala de imprensa do edifício Berlaymont, o Comissário Europeu responsável pelo Multilinguismo, Leonard Orban, acolherá os vencedores do concurso «Juvenes Translatores» (jovens tradutores, em latim) e procederá à entrega dos prémios. Na prova realizada em Portugal, a vencedora foi Carolina Pinheiro, da Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar. (Desenvolvimento em IP/08/405) Ou aqui e aqui
A tradução da Carolina está aqui
· Comissário Orban entrega prémios da UE a jovens tradutores
Vinte e sete jovens tradutores – um por cada Estado membro da UE – reúnem-se hoje em Bruxelas para receber os prémios do primeiro concurso europeu de tradução disputado em estabelecimentos de ensino de todos os Estados membros. Na conferência de imprensa que terá lugar na sala de imprensa do edifício Berlaymont, o Comissário Europeu responsável pelo Multilinguismo, Leonard Orban, acolherá os vencedores do concurso «Juvenes Translatores» (jovens tradutores, em latim) e procederá à entrega dos prémios. Na prova realizada em Portugal, a vencedora foi Carolina Pinheiro, da Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar. (Desenvolvimento em IP/08/405) Ou aqui e aqui
A tradução da Carolina está aqui
Monday, March 10, 2008
Tradução e activismo social
Neste mundo globalizado, tantas vezes regido pela lógica implacável do mercado e do lucro desmedido, convém seguir de perto estas novas manifestações do fenómeno tradutório, nomeadamente a sua dimensão ao nível da intervenção social e comunitária.
Este movimento é o exemplo do seu enorme potencial de crescimento e expansão.
Este movimento é o exemplo do seu enorme potencial de crescimento e expansão.
Saturday, March 08, 2008
De la musique avant toute chose
Esta estética/sonoridade retro, beaucoup sixties/seventies, cool, jazz, swing, dá-nos literalmente a volta à cabeça...
O risco da fragmentação linguística
Agora que o acordo ortográfico paira no horizonte, vale a pena ler este artigo publicado no "Daily Telegraph", onde David Crystal adverte para o fenómeno da fragmentação linguística através das várias manifestações da língua inglesa.
Alguém falou em localização/glocalização?
Alguém falou em localização/glocalização?
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