Um nome a reter: Cat Power
The Greatest
Friday, March 14, 2008
Tê (de talento)
Há muito que não ouvia isto. Retrato de um outro Portugal, menos formatado e espartilhado.
Esta é capaz de ser melhor (mais genuína, portanto, digo eu)... Muito actual. Hoje a gente lê (?), passiva, apática e abúlica, e não sabe, nem entende o que lê. E talvez não aprenda assim tanto.
A sabedoria popular dos nossos avós , a alma do povo, o nosso código genético, a genuinidade e a espontaneidade desapareceram, substituídas pelo conhecimento de plástico ou cartão, ready-made, ready-to-wear, descartável, consome-consome, pré-embalado e muito alucinante, numa vertigem que nos tolda o pensamento e a emoção. E que nos enclausura noutro tipo de obscurantismo, bem mais triste e aterrador.
(E, já agora, faz-me pensar onde estaria hoje o Rui Veloso sem o Carlos Tê...)
A Gente Não Lê
Rui Veloso
Composição: Carlos Tê / Rui Veloso
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
Rezar o terço ao fim da tarde
Só para espantar a solidão
Rogar a deus que nos guarde
Confiar-lhe o destino na mão
Que adianta saber as marés
Os frutos e as sementeiras
Tratar por tu os ofícios
Entender o suão e os animais
Falar o dialecto da terra
Conhecer-lhe o corpo pelos sinais
E do resto entender mal
Soletrar assinar em cruz
Não ver os vultos furtivos
Que nos tramam por trás da luz
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
A gente morre logo ao nascer
Com olhos rasos de lezíria
De boca em boca passar o saber
Com os provérbios que ficam na gíria
De que nos vale esta pureza
Sem ler fica-se pederneira
Agita-se a solidão cá no fundo
Fica-se sentado à soleiro
A ouvir os ruídos do mundo
E a entendê-los à nossa maneira
Carregar a superstição
De ser pequeno ser ninguém
E não quebrar a tradição
Que dos nossos avós já vem.
Esta é capaz de ser melhor (mais genuína, portanto, digo eu)... Muito actual. Hoje a gente lê (?), passiva, apática e abúlica, e não sabe, nem entende o que lê. E talvez não aprenda assim tanto.
A sabedoria popular dos nossos avós , a alma do povo, o nosso código genético, a genuinidade e a espontaneidade desapareceram, substituídas pelo conhecimento de plástico ou cartão, ready-made, ready-to-wear, descartável, consome-consome, pré-embalado e muito alucinante, numa vertigem que nos tolda o pensamento e a emoção. E que nos enclausura noutro tipo de obscurantismo, bem mais triste e aterrador.
(E, já agora, faz-me pensar onde estaria hoje o Rui Veloso sem o Carlos Tê...)
A Gente Não Lê
Rui Veloso
Composição: Carlos Tê / Rui Veloso
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
Rezar o terço ao fim da tarde
Só para espantar a solidão
Rogar a deus que nos guarde
Confiar-lhe o destino na mão
Que adianta saber as marés
Os frutos e as sementeiras
Tratar por tu os ofícios
Entender o suão e os animais
Falar o dialecto da terra
Conhecer-lhe o corpo pelos sinais
E do resto entender mal
Soletrar assinar em cruz
Não ver os vultos furtivos
Que nos tramam por trás da luz
Aí senhor das furnas
Que escuro vai dentro de nós
A gente morre logo ao nascer
Com olhos rasos de lezíria
De boca em boca passar o saber
Com os provérbios que ficam na gíria
De que nos vale esta pureza
Sem ler fica-se pederneira
Agita-se a solidão cá no fundo
Fica-se sentado à soleiro
A ouvir os ruídos do mundo
E a entendê-los à nossa maneira
Carregar a superstição
De ser pequeno ser ninguém
E não quebrar a tradição
Que dos nossos avós já vem.
Wednesday, March 12, 2008
Parabéns, Carolina
(in Rapid, Edição da Representação em Portugal da Comissão Europeia, 10/03/08)
· Comissário Orban entrega prémios da UE a jovens tradutores
Vinte e sete jovens tradutores – um por cada Estado membro da UE – reúnem-se hoje em Bruxelas para receber os prémios do primeiro concurso europeu de tradução disputado em estabelecimentos de ensino de todos os Estados membros. Na conferência de imprensa que terá lugar na sala de imprensa do edifício Berlaymont, o Comissário Europeu responsável pelo Multilinguismo, Leonard Orban, acolherá os vencedores do concurso «Juvenes Translatores» (jovens tradutores, em latim) e procederá à entrega dos prémios. Na prova realizada em Portugal, a vencedora foi Carolina Pinheiro, da Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar. (Desenvolvimento em IP/08/405) Ou aqui e aqui
A tradução da Carolina está aqui
· Comissário Orban entrega prémios da UE a jovens tradutores
Vinte e sete jovens tradutores – um por cada Estado membro da UE – reúnem-se hoje em Bruxelas para receber os prémios do primeiro concurso europeu de tradução disputado em estabelecimentos de ensino de todos os Estados membros. Na conferência de imprensa que terá lugar na sala de imprensa do edifício Berlaymont, o Comissário Europeu responsável pelo Multilinguismo, Leonard Orban, acolherá os vencedores do concurso «Juvenes Translatores» (jovens tradutores, em latim) e procederá à entrega dos prémios. Na prova realizada em Portugal, a vencedora foi Carolina Pinheiro, da Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar. (Desenvolvimento em IP/08/405) Ou aqui e aqui
A tradução da Carolina está aqui
Monday, March 10, 2008
Tradução e activismo social
Neste mundo globalizado, tantas vezes regido pela lógica implacável do mercado e do lucro desmedido, convém seguir de perto estas novas manifestações do fenómeno tradutório, nomeadamente a sua dimensão ao nível da intervenção social e comunitária.
Este movimento é o exemplo do seu enorme potencial de crescimento e expansão.
Este movimento é o exemplo do seu enorme potencial de crescimento e expansão.
Saturday, March 08, 2008
De la musique avant toute chose
Esta estética/sonoridade retro, beaucoup sixties/seventies, cool, jazz, swing, dá-nos literalmente a volta à cabeça...
O risco da fragmentação linguística
Agora que o acordo ortográfico paira no horizonte, vale a pena ler este artigo publicado no "Daily Telegraph", onde David Crystal adverte para o fenómeno da fragmentação linguística através das várias manifestações da língua inglesa.
Alguém falou em localização/glocalização?
Alguém falou em localização/glocalização?
Tuesday, March 04, 2008
Os problemas do calão
"What does : "casse-toi pauvre con" mean in english ?"
LE MONDE | 01.03.08 | 13h35 • Mis à jour le 01.03.08 | 13h35
L'altercation a rapidement fait le tour de la planète. "Sarkozy's YouTube moment", titre ainsi The Globe and Mail. Mais le quotidien canadien souligne, par ailleurs, la perplexité des internautes pour traduire la réplique présidentielle.
Sur Yahoo ! Answers, la question est ouverte : "What does : "casse-toi pauvre con" mean in english ?" Vaste chantier. Chacun y va de sa proposition : "Piss off, poor idiot" (piss off, dégage, mais en vraiment vulgaire), "Get lost, asshole" (asshole, littéralement trouduc, mais bonne traduction de con). Les variations sont infinies. Certains, choqués, refusent de traduire les subtilités de langage du président et proposent : "*****, you ***** !"
Même embarras dans les médias anglo-saxons. Pour l'International Herald Tribune, c'est : "Then get lost, you poor jerk !" ("Dégage, pauvre idiot"). A la BBC, on préfère : "Get lost then you bloody idiot, just get lost !" (bloody, littéralement : saignant. Ici : foutu). Le fil de l'AFP en anglais : "Get lost, you stupid bastard !"
C'est bien plus chantant en italien : "Vai via, vai via, allora, povero coglione" ("Va t'en, va t'en, alors, pauvre con"), version de La Stampa. Chez les hispanophones, on balance entre le "Rajá, pobre pelotudo" ("Taille-toi, pauvre con") du journal argentin Clarin et le "¡ Lárgate, pobre imbecil !" (Largate, tire-toi) du quotidien espagnol El Pais. Pour les Allemands, on a le choix entre la version de Die Welt, "Dann hau doch ab, Du armseliger Dummkopf" ("Alors tire-toi, misérable crétin !"), celle du Spiegel, "Dann hau'doch ab, du Idiot", ou encore celle du Tagesspiegel, "Dann hau doch ab, du Blödmann" (Blödmann, connard).
En polonais, il y a un précédent, c'est "Spieprzaj dziadu !". Qui équivaut bien à : "Casse-toi, pauvre con !" C'est la phrase lancée le 4 novembre 2002 par Lech Kaczynski, alors maire de Varsovie, à un quidam qui l'interpellait dans la rue. Un site, www.spieprzajdziadu.pl, a été créé, des tee-shirts ont été fabriqués et des milliers de gens ont porté un bracelet en plastique marqué du désormais célèbre "Spieprzaj dziadu".
Eric Azan
"Casse-toi, pauvre con", un précédent avec Kaczynski en Pologne
Un "Casse-toi, pauvre con", que l'actuel président polonais Lech Kaczynski a lancé il y a plus de cinq ans à un homme qui le critiquait ouvertement dans la rue, n'a cessé de le poursuivre jusqu'à ce jour.
Les mots employés en polonais "Spieprzaj dziadu" sont à peu près l'exacte traduction du "Casse-toi, pauvre con" proféré par le président français Nicolas Sarkozy samedi à un visiteur du Salon de l'agriculture à Paris.
Le 4 novembre 2002, alors qu'il était en campagne pour se faire élire maire de Varsovie, Lech Kaczynski avait ainsi apostrophé un passant qui accusait les hommes politiques de fuir les problèmes "comme des rats".
La scène s'était passée dans un quartier reculé de Varsovie, mais elle a eu pour témoins un journaliste et une équipe de télévision. Elle a été rapportée le lendemain dans l'influent quotidien Rzeczpospolita. Et surtout, la vidéo s'est retrouvée sur internet.
Lech Kaczynski s'est constamment vu reprocher cette petite phrase lorsqu'il a été candidat à l'élection présidentielle à l'automne 2005. L'opposition libérale a alors parlé d'une "doctrine Casse-toi pauvre con" de Lech Kaczynski et de son frère jumeau Jaroslaw, pour désigner leur manque d'intérêt pour les exclus de la société.
Après la double victoire des Kaczynski aux législatives et à la présidentielle de 2005, leurs opposants ont fait du "Casse-toi, pauvre con" un mot d'ordre adressé aux jumeaux eux-mêmes.
Un site, www.spieprzajdziadu.pl, a vu le jour et des milliers de gens se sont mis à porter un bracelet en plastique marqué du désormais célèbre "Spieprzaj dziadu".
Le mot d'ordre est revenu en force durant la campagne des législatives anticipées d'octobre 2007, qui a débouché sur une défaite écrasante du parti conservateur des Kaczynski au profit des libéraux de Donald Tusk. Marginalisé, le président Lech Kaczynski a désormais une cote de popularité détestable.
Source : AFP
Imagem em directo aqui
LE MONDE | 01.03.08 | 13h35 • Mis à jour le 01.03.08 | 13h35
L'altercation a rapidement fait le tour de la planète. "Sarkozy's YouTube moment", titre ainsi The Globe and Mail. Mais le quotidien canadien souligne, par ailleurs, la perplexité des internautes pour traduire la réplique présidentielle.
Sur Yahoo ! Answers, la question est ouverte : "What does : "casse-toi pauvre con" mean in english ?" Vaste chantier. Chacun y va de sa proposition : "Piss off, poor idiot" (piss off, dégage, mais en vraiment vulgaire), "Get lost, asshole" (asshole, littéralement trouduc, mais bonne traduction de con). Les variations sont infinies. Certains, choqués, refusent de traduire les subtilités de langage du président et proposent : "*****, you ***** !"
Même embarras dans les médias anglo-saxons. Pour l'International Herald Tribune, c'est : "Then get lost, you poor jerk !" ("Dégage, pauvre idiot"). A la BBC, on préfère : "Get lost then you bloody idiot, just get lost !" (bloody, littéralement : saignant. Ici : foutu). Le fil de l'AFP en anglais : "Get lost, you stupid bastard !"
C'est bien plus chantant en italien : "Vai via, vai via, allora, povero coglione" ("Va t'en, va t'en, alors, pauvre con"), version de La Stampa. Chez les hispanophones, on balance entre le "Rajá, pobre pelotudo" ("Taille-toi, pauvre con") du journal argentin Clarin et le "¡ Lárgate, pobre imbecil !" (Largate, tire-toi) du quotidien espagnol El Pais. Pour les Allemands, on a le choix entre la version de Die Welt, "Dann hau doch ab, Du armseliger Dummkopf" ("Alors tire-toi, misérable crétin !"), celle du Spiegel, "Dann hau'doch ab, du Idiot", ou encore celle du Tagesspiegel, "Dann hau doch ab, du Blödmann" (Blödmann, connard).
En polonais, il y a un précédent, c'est "Spieprzaj dziadu !". Qui équivaut bien à : "Casse-toi, pauvre con !" C'est la phrase lancée le 4 novembre 2002 par Lech Kaczynski, alors maire de Varsovie, à un quidam qui l'interpellait dans la rue. Un site, www.spieprzajdziadu.pl, a été créé, des tee-shirts ont été fabriqués et des milliers de gens ont porté un bracelet en plastique marqué du désormais célèbre "Spieprzaj dziadu".
Eric Azan
"Casse-toi, pauvre con", un précédent avec Kaczynski en Pologne
Un "Casse-toi, pauvre con", que l'actuel président polonais Lech Kaczynski a lancé il y a plus de cinq ans à un homme qui le critiquait ouvertement dans la rue, n'a cessé de le poursuivre jusqu'à ce jour.
Les mots employés en polonais "Spieprzaj dziadu" sont à peu près l'exacte traduction du "Casse-toi, pauvre con" proféré par le président français Nicolas Sarkozy samedi à un visiteur du Salon de l'agriculture à Paris.
Le 4 novembre 2002, alors qu'il était en campagne pour se faire élire maire de Varsovie, Lech Kaczynski avait ainsi apostrophé un passant qui accusait les hommes politiques de fuir les problèmes "comme des rats".
La scène s'était passée dans un quartier reculé de Varsovie, mais elle a eu pour témoins un journaliste et une équipe de télévision. Elle a été rapportée le lendemain dans l'influent quotidien Rzeczpospolita. Et surtout, la vidéo s'est retrouvée sur internet.
Lech Kaczynski s'est constamment vu reprocher cette petite phrase lorsqu'il a été candidat à l'élection présidentielle à l'automne 2005. L'opposition libérale a alors parlé d'une "doctrine Casse-toi pauvre con" de Lech Kaczynski et de son frère jumeau Jaroslaw, pour désigner leur manque d'intérêt pour les exclus de la société.
Après la double victoire des Kaczynski aux législatives et à la présidentielle de 2005, leurs opposants ont fait du "Casse-toi, pauvre con" un mot d'ordre adressé aux jumeaux eux-mêmes.
Un site, www.spieprzajdziadu.pl, a vu le jour et des milliers de gens se sont mis à porter un bracelet en plastique marqué du désormais célèbre "Spieprzaj dziadu".
Le mot d'ordre est revenu en force durant la campagne des législatives anticipées d'octobre 2007, qui a débouché sur une défaite écrasante du parti conservateur des Kaczynski au profit des libéraux de Donald Tusk. Marginalisé, le président Lech Kaczynski a désormais une cote de popularité détestable.
Source : AFP
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Wednesday, February 27, 2008
Clã - Sexto Andar
As músicas dos Clã + letras do Tê são sempre um bálsamo para a alma
Alguém que julgou
Que era para si em particular
Que a canção/tradução
Estava a falar
Um sopro, um calafrio
Raio de sol num refrão
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio numa simples canção/tradução
Alguém que julgou
Que era para si em particular
Que a canção/tradução
Estava a falar
Um sopro, um calafrio
Raio de sol num refrão
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio numa simples canção/tradução
Friday, February 22, 2008
Tradução: um sopro post-morten
Há, no processo de tradução tout court, uma constante dicotomia entre vida e morte, uma espécie de tensão e ambivalência latentes entre morte e ressureição / morte e transmutação.
“A tradução mata o original” é, de facto, um lugar-comum frequentemente escutado. De igual forma, a tradução é comummente associada à transfusão/transmutação, bem como à tentativa de captar esse “afterlife”, momento “pós-vida” ou estado “post-morten” do texto.
Por outro lado, a tradução parece igualmente envolver uma espécie de experiência de desintegração, estilhaçamento ou e dilaceramento, tal como equacionava Charles Tomlinson.
É frequente afirmar-se que as traduções matam o original, embora, muitas vezes, essa morte sirva apenas para revelar que, afinal, o original já estaria morto e que, de certa forma, é apropriado para outos fins, outras causas.
Dentro desta perspectiva tanatológica associada à prática da tradução, será possível, como defende Rosanna Warren, definir tradução como uma ausência, resquício que fica desse pós-vida, logo "an afterlife", espécie de exame ou relatório médico-legal através do qual o texto-corpo é declarado morto, se certifica o óbito, autopsia o cadáver e, ao mesmo tempo, é revelada a causa da sua morte.
“A tradução mata o original” é, de facto, um lugar-comum frequentemente escutado. De igual forma, a tradução é comummente associada à transfusão/transmutação, bem como à tentativa de captar esse “afterlife”, momento “pós-vida” ou estado “post-morten” do texto.
Por outro lado, a tradução parece igualmente envolver uma espécie de experiência de desintegração, estilhaçamento ou e dilaceramento, tal como equacionava Charles Tomlinson.
É frequente afirmar-se que as traduções matam o original, embora, muitas vezes, essa morte sirva apenas para revelar que, afinal, o original já estaria morto e que, de certa forma, é apropriado para outos fins, outras causas.
Dentro desta perspectiva tanatológica associada à prática da tradução, será possível, como defende Rosanna Warren, definir tradução como uma ausência, resquício que fica desse pós-vida, logo "an afterlife", espécie de exame ou relatório médico-legal através do qual o texto-corpo é declarado morto, se certifica o óbito, autopsia o cadáver e, ao mesmo tempo, é revelada a causa da sua morte.
Monday, February 18, 2008
Tradutores, uni-vos... (pedido de colaboração)
O Centro de Estudos Humanísticos (CEHUM) da Universidade do Minho está a elaborar um inquérito com o objectivo de colher informações e contributos sobre a prática da tradução profissional na região Norte de Portugal. Pede-se a todos os tradutores da região Norte de Portugal, eventualmente interessados em apoiar esta iniciativa, que participem neste projecto respondendo ao seguinte inquérito:
http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=iFmLS_2baow7I_2fuMh1Cbgc6Q_3d_3d
O inquérito decorrerá entre 7 de Janeiro de 2008 e 30 de Março de 2008.
Para mais informações, contactar Fernando Ferreira Alves (falves@ilch.uminho.pt).
http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=iFmLS_2baow7I_2fuMh1Cbgc6Q_3d_3d
O inquérito decorrerá entre 7 de Janeiro de 2008 e 30 de Março de 2008.
Para mais informações, contactar Fernando Ferreira Alves (falves@ilch.uminho.pt).
Thursday, February 14, 2008
Be my embrace
Nem de propósito, neste dia de S. Valentim.
(Pnau ft LadyHawke)
Para ouvir no
Posto de escuta 1
ou
Posto de escuta 2
(Pnau ft LadyHawke)
Para ouvir no
Posto de escuta 1
ou
Posto de escuta 2
Tuesday, February 12, 2008
Technology for translation teachers - training seminar
Nos dias 23 a 27 de Junho de 2008 realizar-se-á, na Universidade do Minho, o Seminário “Language vs. Technology”, um evento de carácter internacional, que resulta da parceria entre a Universidade do Minho, a Universidade de Tarragona e o Intercultural Studies Group, dessa mesma instituição.
Este evento insere-se no âmbito do CTTT – Consortium for Training Translation Teachers, e trata-se de um curso de formação intensivo que decorrerá durante uma semana, especificamente orientado para professores, tradutores profissionais e especialistas na área dos estudos de tradução. (Para mais informações, consultar site do evento em http://isg.urv.es/cttt/minho_2008/index.html).
A sessão do presente ano contará com a presença especial, como guest speakers, de vários nomes importantes no domínio da Tradução, nomeadamente Anthony Pym, Brian Mossop, Daniel Gouadec, Debbie Folaron, Kevin Costello e Sue Ellen Wright.
Technology for translation teachers - training seminar
Language vs. Technology
Braga, Portugal, 23 June – 27 June 2008
The Consortium for Training Translation Teachers, in cooperation with the Institute of Arts and Humanities at the University of Minho is pleased to announce this intensive training seminar in English.
Based on the models developed since 2001, the seminar is designed to bring together both professional translators and translation teachers, and to facilitate exchanges between those groups.
Seminar leaders: Sue Ellen Wright, Debbie Folaron, Brian Mossop, Kevin Costello, Daniel Gouadec
Academic coordinator: Anthony Pym, Fernando Ferreira Alves
Contact hours: 50 (including software demonstrations) ECTS credits: 2
Tuition fee: 390 Euros
Information: http://isg.urv.es/cttt/minho_2008/index.html
Contact details:
Andreia Silva – cs.andreia@gmail.com
Este evento insere-se no âmbito do CTTT – Consortium for Training Translation Teachers, e trata-se de um curso de formação intensivo que decorrerá durante uma semana, especificamente orientado para professores, tradutores profissionais e especialistas na área dos estudos de tradução. (Para mais informações, consultar site do evento em http://isg.urv.es/cttt/minho_2008/index.html).
A sessão do presente ano contará com a presença especial, como guest speakers, de vários nomes importantes no domínio da Tradução, nomeadamente Anthony Pym, Brian Mossop, Daniel Gouadec, Debbie Folaron, Kevin Costello e Sue Ellen Wright.
Technology for translation teachers - training seminar
Language vs. Technology
Braga, Portugal, 23 June – 27 June 2008
The Consortium for Training Translation Teachers, in cooperation with the Institute of Arts and Humanities at the University of Minho is pleased to announce this intensive training seminar in English.
Based on the models developed since 2001, the seminar is designed to bring together both professional translators and translation teachers, and to facilitate exchanges between those groups.
Seminar leaders: Sue Ellen Wright, Debbie Folaron, Brian Mossop, Kevin Costello, Daniel Gouadec
Academic coordinator: Anthony Pym, Fernando Ferreira Alves
Contact hours: 50 (including software demonstrations) ECTS credits: 2
Tuition fee: 390 Euros
Information: http://isg.urv.es/cttt/minho_2008/index.html
Contact details:
Andreia Silva – cs.andreia@gmail.com
Sunday, February 10, 2008
Como cães e gatos

Um dos muitos exemplos da nem sempre pacífica relação entre o crítico e o tradutor.
Sempre que se fala de tradução, há sempre alguém, no alto da sua cátedra, e com instinto de predador, de faca afiada e garras de fora, sempre pronto a opinar sobre o que (às vezes), não sabe.
Sempre que se fala de tradução, há sempre alguém, no alto da sua cátedra, e com instinto de predador, de faca afiada e garras de fora, sempre pronto a opinar sobre o que (às vezes), não sabe.
Wednesday, February 06, 2008
O 11º Mandamento (do Tradutor)
(Quando traduzires) desconfiarás de tudo e mais alguma coisa, até da tua própria sombra e, sobretudo, de tudo aquilo que esse (novo) deus omnipotente, omnipresente e omnisciente chamado Google (ou qualquer um dos seus emissários, vulgo motores de pesquisa ou tradutores automáticos) te disser.
(É o que não me canso de dizer aos meus alunos: Na dúvida, confirmem sempre. Em caso de certeza absoluta, voltem a confirmar, pelo sim, pelo não.)
Se não acreditam, vejam a prova aqui.
(É o que não me canso de dizer aos meus alunos: Na dúvida, confirmem sempre. Em caso de certeza absoluta, voltem a confirmar, pelo sim, pelo não.)
Se não acreditam, vejam a prova aqui.
Tuesday, February 05, 2008
Monday, February 04, 2008
Exercícios de tradução (parte 1)
A linguagem cinematográfica presta-se a pequenos (grandes) exercícios de re-escrita/adaptação. Ora senão vejamos.
Saturday, February 02, 2008
Stop-bullying
Contra todas as formas veladas (e não só) de discriminação.
Um novo fenómeno que, infelizmente, vai alastrando nas nossas "escolinhas de papel", e que se traduz em novas formas de violência/coacção física e psicológica.
(dedicado a todas as bestas que impedem o normal crescimento e desenvolvimento do indivíduo)
Um novo fenómeno que, infelizmente, vai alastrando nas nossas "escolinhas de papel", e que se traduz em novas formas de violência/coacção física e psicológica.
(dedicado a todas as bestas que impedem o normal crescimento e desenvolvimento do indivíduo)
Realpolitik geoestratégica politicamente incorrecta
It could happen to you (numa localidade perto de si)
Friday, February 01, 2008
Plágios e tradução
Os nossos irmãos e colegas do Brasil andam às voltas com uma polémica que estourou recentemente e promete dar que falar. Trata-se de uma questão que anda à volta de traduções plagiadas e plágios traduzidos, envolvendo, claro está, as sacrossantas editoras e alguns clássicos da literatura.Como não podia deixar de ser há o bom, o mau e o vilão. Neste caso, diria que é mais o lorpa e o chico-esperto. Ora adivinhem lá qual a distribuição dos papéis.
Tradutor = Lorpa / Editor = Chico-esperto. E lá vamos cantando e rindo... com a impunidade dos suspeitos do costume.
O abaixo-assinado está disponível aqui.
À laia de desabafo: Por acaso, até ando um bocado queimado e agastado com isto do plágio on/off-line e roubo das ideias alheias via editoras e outras autoras... algo que me bateu à porta recentemente, não por causa de uma tradução, mas por vias travessas, com uma obra original, em que fui autor, co-autor, animador e zelador. E, no final, alvo de uma chicotada psicológica vil e mesquinha, something disposable...
A isto voltarei quando tiver tempo e disposição, porque o melão é grande e a raiva não cabe nesta missiva...
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