Esta é a razão pela qual passei ao lado de uma grande carreira
http://br.youtube.com/watch?v=Xs7bpPKD4X8&feature=related
Sunday, November 25, 2007
As férias do Sr. Hulot (1)
Se me perguntassem qual o filme que eu levaria para uma ilha deserta, este estaria certamente no rol dos escolhidos:
http://br.youtube.com/watch?v=imejpHjmhh8&feature=PlayList&p=4FD7236DA85ADE35&index=17
http://br.youtube.com/watch?v=imejpHjmhh8&feature=PlayList&p=4FD7236DA85ADE35&index=17
Uma prenda do tio Bill Gates
O glossário da Microsof pode ser encontrado aqui:
http://www.microsoft.com/globaldev/tools/MILSGlossary.mspx
http://www.microsoft.com/globaldev/tools/MILSGlossary.mspx
A incrível e triste história do homem que não queria ser invisível

(D'après Gabriel Garcia Marquez)
"Recuso-me a ser invisível" (Manifesto para uma outra visibilidade)
"Not long ago, one of our translators was translating a museum guide into his/her native language. In the first page of the guide, one could read credits for the different professionals involved in the making of the book (photographer, writer…). Our translator felt professionally compelled to make a request to be included. He/She wished to take off his/her invisibility cloak. The negative answer was not a surprise, but a comment from the particular client made him/her wonder. According to the client, this was the first time anyone had ever requested to be included in the credits. Apparently, no one had ever thought about getting rid of the invisibility cloak.
We are so used to doing the job without being seen that we don't even consider making a small request about including our names in the credits. I wonder if we even think about it. I wonder what would happen if we started making requests about it to be able to take off our invisibility cloaks."
We are so used to doing the job without being seen that we don't even consider making a small request about including our names in the credits. I wonder if we even think about it. I wonder what would happen if we started making requests about it to be able to take off our invisibility cloaks."
“About our invisibility cloak”, ITIA Bulletin (Outubro, 2007)
E se um dia aceitássemos despir, ainda que por instantes, esta capa que nos torna invisíveis perante os nossos colegas, os nossos clientes e a sociedade em geral, e nos recusássemos a pactuar de forma tão obediente com os lugares-comuns e os preconceitos de subalternidade que nos marginalizam cada vez mais em termos profissionais?
Aguarela de infância
Friday, November 23, 2007
The celts rise again!

Louis MacNeice
House On A Cliff
Indoors the tang of a tiny oil lamp. Outdoors
The winking signal on the waste of sea.
Indoors the sound of the wind. Outdoors the wind.
Indoors the locked heart and the lost key.
Outdoors the chill, the void, the siren. Indoors
The strong man pained to find his red blood cools,
While the blind clock grows louder, faster. Outdoors
The silent moon, the garrulous tides she rules.
Indoors ancestral curse-cum-blessing. Outdoors
The empty bowl of heaven, the empty deep.
Indoors a purposeful man who talks at cross
Purposes, to himself, in a broken sleep.
House On A Cliff
Indoors the tang of a tiny oil lamp. Outdoors
The winking signal on the waste of sea.
Indoors the sound of the wind. Outdoors the wind.
Indoors the locked heart and the lost key.
Outdoors the chill, the void, the siren. Indoors
The strong man pained to find his red blood cools,
While the blind clock grows louder, faster. Outdoors
The silent moon, the garrulous tides she rules.
Indoors ancestral curse-cum-blessing. Outdoors
The empty bowl of heaven, the empty deep.
Indoors a purposeful man who talks at cross
Purposes, to himself, in a broken sleep.
The familiar voice I seek...

Derek Mahon
Somewhere The Wave (2007)
Once more the window and a furious fly
shifting position, niftier on the pane
than the slow liner or tiny plane.
Dazzled by the sun, dazed by the rain,
today this frantic speck against the sky,
so desperate to get out in the open air
and cruise among the roses, starts to know
not all transparency is come and go.
But the window opens like an opened door
so the wild fly escapes to the airstream,
the raw crescendo of the crashing shore
and ‘a radical astonishment at existence’ –
a voice, not quite a voice, in the sea distance
listening to its own thin cetaceous whistle,
sea music gasp and sigh, slow wash and rustle.
Somewhere the wave is forming which in time...
Somewhere The Wave (2007)
Once more the window and a furious fly
shifting position, niftier on the pane
than the slow liner or tiny plane.
Dazzled by the sun, dazed by the rain,
today this frantic speck against the sky,
so desperate to get out in the open air
and cruise among the roses, starts to know
not all transparency is come and go.
But the window opens like an opened door
so the wild fly escapes to the airstream,
the raw crescendo of the crashing shore
and ‘a radical astonishment at existence’ –
a voice, not quite a voice, in the sea distance
listening to its own thin cetaceous whistle,
sea music gasp and sigh, slow wash and rustle.
Somewhere the wave is forming which in time...
Para (re)pousar os sentidos

Ana Luísa Amaral
«Intertextualidades» (in Minha senhora de Quê, Lisboa, Quetzal, 1999, p. 24)
Microscópica quase,
uma migalha entre as folhas de um livro
que ando a ler.
Emprestaram-me o livro,
mas a migalha não.
No mistério mais essencial, ela surgiu-me recatadamente, a meio de dois parágrafos solenes.
Embaraçou-me o pensamento, quebrou-me o fio (já ténue) da leitura.
Sedutora, intrigante.
Fez-me pensar nos níveis que há de ler:
o assunto livro
e a migalha-assunto do leitor.
(era pão a matéria consumida no meio
de dois parágrafos e os olhos
consumidos: virar a folha, duas linhas lidas
a intriga do tempo quando foi
e levantou-se a preparar o pão
voltando a outras linhas)
Fiquei com a migalha,
desconhecida oferta do leitor,
mas por jogo ou consumo
deixei-lhe uma migalha minha,
não marca de água, mas de pão também:
um tema posterior a decifrar mais tarde
em posterior leitura
alheia.
«Intertextualidades» (in Minha senhora de Quê, Lisboa, Quetzal, 1999, p. 24)
Microscópica quase,
uma migalha entre as folhas de um livro
que ando a ler.
Emprestaram-me o livro,
mas a migalha não.
No mistério mais essencial, ela surgiu-me recatadamente, a meio de dois parágrafos solenes.
Embaraçou-me o pensamento, quebrou-me o fio (já ténue) da leitura.
Sedutora, intrigante.
Fez-me pensar nos níveis que há de ler:
o assunto livro
e a migalha-assunto do leitor.
(era pão a matéria consumida no meio
de dois parágrafos e os olhos
consumidos: virar a folha, duas linhas lidas
a intriga do tempo quando foi
e levantou-se a preparar o pão
voltando a outras linhas)
Fiquei com a migalha,
desconhecida oferta do leitor,
mas por jogo ou consumo
deixei-lhe uma migalha minha,
não marca de água, mas de pão também:
um tema posterior a decifrar mais tarde
em posterior leitura
alheia.
Tuesday, November 20, 2007
Branco, mais branco, não há...

The Whitest Boy Alive via Kings of Convenience
http://www.whitestboyalive.com/
http://www.myspace.com/thewhitestboyalive
http://www.whitestboyalive.com/
http://www.myspace.com/thewhitestboyalive
Monday, November 19, 2007
Repescado do baú da memória
Um tradutor para o séc. XXI
(...) Gostaria de sublinhar que, no âmbito do tema aqui debatido, pretenderei partilhar um pouco da minha experiência pessoal enquanto tradutor profissional e transmitir uma visão particular do universo da tradução conforme vivido e sentido ao nível do quotidiano da prática da tradução técnica e especializada.
Por isso, e partindo do ponto de vista do potencial empregador de profissionais de tradução começaria por formular duas questões aparentemente simples, embora de difícil resolução perante o dinamismo e a mutabilidade de uma profissão tantas vezes ignorada, como menosprezada: “O que é traduzir hoje num contexto profissional?”, por um lado, e por outro, “Quais as competências e os requisitos essenciais para o tradutor dos nossos dias, no início deste séc. XXI?”
Traduzir hoje é mostrar-se atento e receptivo a um mundo cada vez mais diversificado em constante mutação, e é também enfrentar e saber solucionar os desafios colocados, por um lado, pela globalização/mundialização e, por outro, pela omnipresença da informática e das novas tecnologias da informação, sem dúvida o ambiente privilegiado em que se desenvolve actualmente a prática da tradução. Longe do conceito romântico e redutor do tradutor inspirado, fechado em si e fechado para o mundo, traduzindo incessantemente / irracionalmente de forma quase quixotesca, hoje a tradução rege-se pelas leis do mercado, da oferta e da procura, pelos esquemas de produção industrial, pelos prazos cada vez mais apertados, pelas inevitáveis pressões de tempo, pelos níveis de produtividade diária e por padrões de qualidade que lhe conferem um estatuto de direito próprio no âmbito das ciências humanas.
Traduzir hoje é, por isso, uma exigente actividade profissional inserida no contexto da indústria das tecnologias da linguagem, num mercado altamente competitivo e selectivo, mas também movediço e dinâmico, marcado pela fluidez e pela ausência de barreiras e fronteiras face à vertigem deste início de século. É, por isso, e mais do que nunca, uma tarefa multidisciplinar com um elevadíssimo grau de especialização e rigor num ambiente também ele cada vez mais pluridisciplinar.
Por outro lado, enquanto actividade que se insere no âmbito da engenharia da linguagem, hoje a tradução tem que ser encarada inevitavelmente enquanto processo e enquanto produto. Ou seja, é fundamental que assumamos previamente, e de uma vez por todas, que a tradução é uma actividade exigente com parâmetros de organização e estruturação rigorosos, com um grau de especialização bastante elevado e um público-alvo específico tanto mais exigente, quanto implacável no seu veredicto.
Processo porque, como sabemos, a actividade da tradução se encontra subdividida em múltiplos mecanismos e fases de trabalho com parâmetros de organização e estruturação concretos e rigorosos. Produto porque esse é o corolário lógico dessa longa cadeia de produção, onde se procura vender um produto ou serviço orientados basicamente para um consumidor final específico, existindo em função de um destinatário, que é o cliente, com diferentes funções, finalidades e naturezas.
O tradutor do século XXI é, antes de mais, um fornecedor de serviços linguísticos, um verdadeiro profissional da linguagem, um engenheiro da linguagem envolvido numa estrutura de produção e prestação de serviços de qualidade cada vez mais profissional e especializada de acordo com as novas áreas e domínios do saber.
Por isso, hoje em dia, vamos assistindo gradualmente a uma completa redefinição do papel, função e conceito do tradutor, que se metamorfoseia para dar lugar a uma nova entidade multifacetada, versátil e polivalente. O tradutor assume-se, assim, como um competente gestor de projectos de tradução, sendo capaz de gerir uma vastíssima série de fases, processos e mecanismos no seio da sua equipa de trabalho ou gabinete de tradução, desde a fase da pré-tradução, ou seja todo o “know-how” que envolve a organização, escalonamento e preparação da tradução, através da desmontagem e manipulação dos materiais de trabalho e de apoio, criação de bases de dados terminológicas, alimentação e desenvolvimento de memórias de tradução, utilização de múltiplos sistemas de tradução automática, desenvolvimento de estruturas e sistemas de gestão documental. Passando pela fase propriamente dita da tradução e produção das diferentes versões do texto, recorrendo às técnicas de tradução institucionalizadas e aplicando uma metodologia específica de tradução, até acabar na etapa da pós-tradução, na qual se podem incluir, por exemplo, a revisão, verificação, correcção e avaliação da qualidade do texto, até ao rigoroso controlo da qualidade do produto final.
É por este motivo que assistimos, actualmente, à emergência natural da nova profissão de “project manager”, ou gestor de projecto(s), um conceito desenvolvido dentro desta cadeia de produção de serviços que pretende congregar todo o trabalho que ultrapassa o mero acto de traduzir, passando a incluir actividades tão díspares como o contacto com os clientes, venda de um produto, orçamentação, contratualização, estabelecimento de prazos, negociação de modalidades de tradução, organização e gestão de projectos de tradução, subcontratação, elaboração de glossários e alimentação de bases de dados, trabalhos multimédia, audiovisuais, legendagem, locução, localização de software, revisão, uniformização terminológica e fraseológica e, em última instância facturação e, porque não, as chamadas “cobranças difíceis”.
Face a estas novas profissões-satélite que gravitam em torno deste riquíssimo universo e que servem de complemento vital à actividade da tradução (veja-se, por exemplo, o papel do terminólogo, terminógrafo, lexicólogo, documentalista, investigador, informático, localizador, redactor técnico ou “technical writer”, entre outros), o tradutor deve ser um elemento competente, auto-confiante e autónomo, alguém que possui a flexibilidade e a agilidade mentais capazes de desenvolver e aplicar um método de trabalho global e uniforme que permita dominar a dinâmica do texto e adquirir um “savoir-faire” 100% fiável.
Face às mais diversas áreas do saber, o tradutor deverá construir e desenvolver um saber essencialmente enciclopédico e pragmático alicerçado numa enorme curiosidade e numa sólida experiência prática e espírito crítico, sendo ainda capaz de dominar as técnicas e metodologias de documentação que lhe permitam documentar-se de forma completa, integral e rápida sobre qualquer tema de trabalho.
Para além do habitual domínio perfeito das línguas de partida e de chegada, o tradutor especializado deve ser, sobretudo, um bom redactor de textos técnicos, dominando as regras elementares de elaboração e estruturação de documentos técnicos ou textos de especialidade. Isto é, saber o que é a escrita técnica, quais as normas e padrões de configuração, apresentação e redacção do texto técnico e adaptar a terminologia e fraseologia às exigências do mercado e do cliente. Para tal, é imprescindível ser capaz de construir uma literacia tecnológica especializada, nomeadamente conhecendo o “modus operandi” característico da tradução técnica, bem como os respectivos produtos, linguagens, terminologias e contextos reais de produção.
Efectivamente, hoje em dia, existem bases de dados terminológicas on e off line e outros produtos de natureza terminográfica, que articulam textos, imagens e termos, comportando descrições linguísticas e conceptuais das unidades terminológicas que integram os conhecimentos actuais da teoria e prática da terminologia. Produtos estes que poderão ser um ponto de partida válido para a construção de verdadeiros programas de aprendizagem das línguas de especialidade.
Essencial é ainda a disciplina, o rigor e o respeito pelas normas de produção do texto, assim como o conhecimento especializado a nível técnico, textual e linguístico das linguagens de especialidade correspondentes a diferentes ecossistemas técnicos e linguísticos, isto é diferentes tipos de texto com diversas funções, aplicações e finalidades.
Com efeito, o tradutor deve reconhecer a existência de termos científicos e técnicos que funcionam dentro de redes conceptuais que estabelecem laços ou relações hierárquicas entre os conceitos, revelando um tipo de arquitectura considerada primordial para a aquisição de um genuíno vocabulário de especialidade.
Exige-se, portanto, o desenvolvimento de competências e saberes específicos, a familiaridade com novas áreas do saber, bem como a criação de uma estrutura conceptual relativa à área de especialização que permita aplicar estratégias e técnicas de análise capazes de criar cenários ou enquadramentos dinâmicos. No entanto, apesar do conhecimento das linguagens especializadas e da aquisição de uma excelente cultura técnica, é essencial saber como obter essas informações, isto é saber investigar e procurar nas fontes, saber efectuar uma apurada pesquisa selectiva e saber gerir e alimentar instrumentos de apoio ao trabalho. Esta versatilidade urgente advém do facto de, no contexto internacional de pesquisa, desenvolvimento, promoção, fabrico e manutenção de produtos e serviços, o tradutor técnico ou especializado tanto pode ver-se confrontado com a tradução de um contrato ou uma carta comercial, como o manual de instruções de um computador ou o catálogo de uma empresa, uma brochura publicitária ou milhares de páginas de documentação do Metro do Porto ou da União Europeia.
Daí que, no processo de tradução, a prática de investigação e criação desses ecossistemas terminológicos e conceptuais seja elementar, uma vez que permite constituir, aplicar, uniformizar e gerir terminologias de trabalho, criando bases de dados e fontes de referência e documentação especializadas. O tradutor deve, portanto, ser capaz de usar e gerir a terminologia e possuir a capacidade de documentação e investigação, seja ela investigação ad hoc, específica e sistematizada, direccionada para o texto ou vocacionada para o domínio de trabalho através do confronto com os textos da especialidade (textos de carácter geral, textos de divulgação, textos especializados, textos electrónicos, corpora, instrumentos e bases de trabalho, material de referência, etc)
A par da progressiva especialização e sistematização de processos ao longo da sua carreira, o tradutor experiente necessita igualmente de saber que a informática, ou melhor, a telemática, será algo de inevitavelmente imprescindível no seu ambiente de trabalho, pela utilização dos já tradicionais processadores de texto, mas sobretudo pelas ferramentas de publicação e edição assistidas por computador, bases de dados, CD-ROMs, textos electrónicos on-line, bem como memórias de tradução, sistemas de apoio à tradução humana, sistemas de pré-tradução e tradução automática.
Daí que, dentro dos requisitos indispensáveis para o exercício da tradução, encontremos necessariamente a autonomia, o espírito de iniciativa, o domínio e a agilidade das novas tecnologias e o conhecimento das ferramentas de apoio à tradução. Dado que a informática está e estará sempre ao serviço da tradução, redacção, terminologia e documentação, é essencial a exploração sistemática das mais avançadas tecnologias de suporte e tratamento da informação. Actualmente, de facto, um dos domínios mais importantes da ciência da tradução reside precisamente nas novas tecnologias ao serviço da tradução, nomeadamente as ferramentas de apoio à tradução, bases de dados, ferramentas e memórias de tradução; Trados, Transit, Déjà Vu, mas também bases ou ficheiros terminológicos, dicionários electrónicos; dicionários on-line, motores de busca, sistemas de apoio informatizados, ferramentas e memórias de tradução, “machine translation”, “computer aided tools”; programas de tradução assistida.
De facto, a emergência de um novo estatuto do saber e a dimensão da autoformação contínua nos actuais contextos científicos, técnicos e tecnológicos levam à necessidade de uma formação mais cuidada dos tradutores, tirando partido das novas tecnologias de informação e comunicação. Estas novas tecnologias permitem ao tradutor a gestão coerente dos contínuos fluxos de informação, incessantemente renovados e renováveis, e a sua integração nos sistemas de conhecimento.
A introdução da chamada tradumática, isto é, tudo o que diz respeito à tradução e as novas tecnologias, pode assumir-se como uma iniciativa pioneira, permitindo conhecer e utilizar ferramentas de uso geral adequadas à tradução, aprofundar competências no uso de materiais disponíveis na "Internet" como ferramentas de apoio ao tradutor, bem como saber utilizar programas específicos de apoio para uso dos tradutores profissionais.
Por último, uma referência para os conceitos de re-leitura, revisão, verificação, crítica e avaliação da qualidade e aferição dos níveis de qualidade, eficácia e funcionalidade textuais. Tal como anteriormente constatávamos o surgimento de um novo profissional, o “gestor de projectos”, também aqui nos parece indispensável sublinhar a importância do “Quality manager”, uma espécie de gestor da ou para a qualidade. Isto porque num mundo cada vez mais uniformizado e estandardizado, torna-se essencial adoptar e cumprir rigorosas políticas de controlo da qualidade do produto, conferindo o domínio e rigor técnico-científicos através de parâmetros de avaliação da eficácia textual que permitam verificar a consistência e a coesão do texto e, acima de tudo, a sua funcionalidade e aplicação prática. Não admira, portanto, que um dos principais temas em debate na actualidade seja precisamente a definição de objectivos de qualidade, perfis de competência e acreditação profissional e a adopção de procedimentos de garantia, avaliação e certificação da qualidade, nomeadamente através da tentativa de conferir um padrão, chancela ou certificado de qualidade à tradução, em conformidade com as normas ISO, vulgarmente aceites para a homologação dos sectores da indústria e do comércio.
Gostaria de terminar recuperando e subvertendo o “dictum” de Luis de Camões, “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. No actual universo da tradução, mudaram-se os tempos e as vontades, mas também as metodologias de trabalho, as exigências e os perfis dos clientes. Mudou o mercado e o “timing” de execução dos trabalhos, os prazos, os locais e os contextos de tradução. Mudaram as ferramentas de trabalho e mudaram as competências e qualidades do tradutor. Mudou o estilo de abordagem face ao cliente e mudou a própria postura de relacionamento entre os profissionais da tradução. Exigem-se novos padrões de comportamento e novos parâmetros de ética e deontologia profissionais capazes de aceitar a diferença com tolerância e respeito mútuos. Exigem-se novas qualidades fisiológicas, psicológicas, emocionais e intelectuais. Exige-se, no fundo, um novo "saber fazer” e um novo “saber estar”.
Mantém-se, no entanto, essa mesma vontade de construir (e volto a citar) “um saber de experiência(s) feito”, ontem como hoje, feito de técnica, engenho e arte, inspiração e trabalho, rigor e improviso, afinal essa dicotomia que, ontem como hoje, perpassa ainda pelos estudos da tradução.
(...) Gostaria de sublinhar que, no âmbito do tema aqui debatido, pretenderei partilhar um pouco da minha experiência pessoal enquanto tradutor profissional e transmitir uma visão particular do universo da tradução conforme vivido e sentido ao nível do quotidiano da prática da tradução técnica e especializada.
Por isso, e partindo do ponto de vista do potencial empregador de profissionais de tradução começaria por formular duas questões aparentemente simples, embora de difícil resolução perante o dinamismo e a mutabilidade de uma profissão tantas vezes ignorada, como menosprezada: “O que é traduzir hoje num contexto profissional?”, por um lado, e por outro, “Quais as competências e os requisitos essenciais para o tradutor dos nossos dias, no início deste séc. XXI?”
Traduzir hoje é mostrar-se atento e receptivo a um mundo cada vez mais diversificado em constante mutação, e é também enfrentar e saber solucionar os desafios colocados, por um lado, pela globalização/mundialização e, por outro, pela omnipresença da informática e das novas tecnologias da informação, sem dúvida o ambiente privilegiado em que se desenvolve actualmente a prática da tradução. Longe do conceito romântico e redutor do tradutor inspirado, fechado em si e fechado para o mundo, traduzindo incessantemente / irracionalmente de forma quase quixotesca, hoje a tradução rege-se pelas leis do mercado, da oferta e da procura, pelos esquemas de produção industrial, pelos prazos cada vez mais apertados, pelas inevitáveis pressões de tempo, pelos níveis de produtividade diária e por padrões de qualidade que lhe conferem um estatuto de direito próprio no âmbito das ciências humanas.
Traduzir hoje é, por isso, uma exigente actividade profissional inserida no contexto da indústria das tecnologias da linguagem, num mercado altamente competitivo e selectivo, mas também movediço e dinâmico, marcado pela fluidez e pela ausência de barreiras e fronteiras face à vertigem deste início de século. É, por isso, e mais do que nunca, uma tarefa multidisciplinar com um elevadíssimo grau de especialização e rigor num ambiente também ele cada vez mais pluridisciplinar.
Por outro lado, enquanto actividade que se insere no âmbito da engenharia da linguagem, hoje a tradução tem que ser encarada inevitavelmente enquanto processo e enquanto produto. Ou seja, é fundamental que assumamos previamente, e de uma vez por todas, que a tradução é uma actividade exigente com parâmetros de organização e estruturação rigorosos, com um grau de especialização bastante elevado e um público-alvo específico tanto mais exigente, quanto implacável no seu veredicto.
Processo porque, como sabemos, a actividade da tradução se encontra subdividida em múltiplos mecanismos e fases de trabalho com parâmetros de organização e estruturação concretos e rigorosos. Produto porque esse é o corolário lógico dessa longa cadeia de produção, onde se procura vender um produto ou serviço orientados basicamente para um consumidor final específico, existindo em função de um destinatário, que é o cliente, com diferentes funções, finalidades e naturezas.
O tradutor do século XXI é, antes de mais, um fornecedor de serviços linguísticos, um verdadeiro profissional da linguagem, um engenheiro da linguagem envolvido numa estrutura de produção e prestação de serviços de qualidade cada vez mais profissional e especializada de acordo com as novas áreas e domínios do saber.
Por isso, hoje em dia, vamos assistindo gradualmente a uma completa redefinição do papel, função e conceito do tradutor, que se metamorfoseia para dar lugar a uma nova entidade multifacetada, versátil e polivalente. O tradutor assume-se, assim, como um competente gestor de projectos de tradução, sendo capaz de gerir uma vastíssima série de fases, processos e mecanismos no seio da sua equipa de trabalho ou gabinete de tradução, desde a fase da pré-tradução, ou seja todo o “know-how” que envolve a organização, escalonamento e preparação da tradução, através da desmontagem e manipulação dos materiais de trabalho e de apoio, criação de bases de dados terminológicas, alimentação e desenvolvimento de memórias de tradução, utilização de múltiplos sistemas de tradução automática, desenvolvimento de estruturas e sistemas de gestão documental. Passando pela fase propriamente dita da tradução e produção das diferentes versões do texto, recorrendo às técnicas de tradução institucionalizadas e aplicando uma metodologia específica de tradução, até acabar na etapa da pós-tradução, na qual se podem incluir, por exemplo, a revisão, verificação, correcção e avaliação da qualidade do texto, até ao rigoroso controlo da qualidade do produto final.
É por este motivo que assistimos, actualmente, à emergência natural da nova profissão de “project manager”, ou gestor de projecto(s), um conceito desenvolvido dentro desta cadeia de produção de serviços que pretende congregar todo o trabalho que ultrapassa o mero acto de traduzir, passando a incluir actividades tão díspares como o contacto com os clientes, venda de um produto, orçamentação, contratualização, estabelecimento de prazos, negociação de modalidades de tradução, organização e gestão de projectos de tradução, subcontratação, elaboração de glossários e alimentação de bases de dados, trabalhos multimédia, audiovisuais, legendagem, locução, localização de software, revisão, uniformização terminológica e fraseológica e, em última instância facturação e, porque não, as chamadas “cobranças difíceis”.
Face a estas novas profissões-satélite que gravitam em torno deste riquíssimo universo e que servem de complemento vital à actividade da tradução (veja-se, por exemplo, o papel do terminólogo, terminógrafo, lexicólogo, documentalista, investigador, informático, localizador, redactor técnico ou “technical writer”, entre outros), o tradutor deve ser um elemento competente, auto-confiante e autónomo, alguém que possui a flexibilidade e a agilidade mentais capazes de desenvolver e aplicar um método de trabalho global e uniforme que permita dominar a dinâmica do texto e adquirir um “savoir-faire” 100% fiável.
Face às mais diversas áreas do saber, o tradutor deverá construir e desenvolver um saber essencialmente enciclopédico e pragmático alicerçado numa enorme curiosidade e numa sólida experiência prática e espírito crítico, sendo ainda capaz de dominar as técnicas e metodologias de documentação que lhe permitam documentar-se de forma completa, integral e rápida sobre qualquer tema de trabalho.
Para além do habitual domínio perfeito das línguas de partida e de chegada, o tradutor especializado deve ser, sobretudo, um bom redactor de textos técnicos, dominando as regras elementares de elaboração e estruturação de documentos técnicos ou textos de especialidade. Isto é, saber o que é a escrita técnica, quais as normas e padrões de configuração, apresentação e redacção do texto técnico e adaptar a terminologia e fraseologia às exigências do mercado e do cliente. Para tal, é imprescindível ser capaz de construir uma literacia tecnológica especializada, nomeadamente conhecendo o “modus operandi” característico da tradução técnica, bem como os respectivos produtos, linguagens, terminologias e contextos reais de produção.
Efectivamente, hoje em dia, existem bases de dados terminológicas on e off line e outros produtos de natureza terminográfica, que articulam textos, imagens e termos, comportando descrições linguísticas e conceptuais das unidades terminológicas que integram os conhecimentos actuais da teoria e prática da terminologia. Produtos estes que poderão ser um ponto de partida válido para a construção de verdadeiros programas de aprendizagem das línguas de especialidade.
Essencial é ainda a disciplina, o rigor e o respeito pelas normas de produção do texto, assim como o conhecimento especializado a nível técnico, textual e linguístico das linguagens de especialidade correspondentes a diferentes ecossistemas técnicos e linguísticos, isto é diferentes tipos de texto com diversas funções, aplicações e finalidades.
Com efeito, o tradutor deve reconhecer a existência de termos científicos e técnicos que funcionam dentro de redes conceptuais que estabelecem laços ou relações hierárquicas entre os conceitos, revelando um tipo de arquitectura considerada primordial para a aquisição de um genuíno vocabulário de especialidade.
Exige-se, portanto, o desenvolvimento de competências e saberes específicos, a familiaridade com novas áreas do saber, bem como a criação de uma estrutura conceptual relativa à área de especialização que permita aplicar estratégias e técnicas de análise capazes de criar cenários ou enquadramentos dinâmicos. No entanto, apesar do conhecimento das linguagens especializadas e da aquisição de uma excelente cultura técnica, é essencial saber como obter essas informações, isto é saber investigar e procurar nas fontes, saber efectuar uma apurada pesquisa selectiva e saber gerir e alimentar instrumentos de apoio ao trabalho. Esta versatilidade urgente advém do facto de, no contexto internacional de pesquisa, desenvolvimento, promoção, fabrico e manutenção de produtos e serviços, o tradutor técnico ou especializado tanto pode ver-se confrontado com a tradução de um contrato ou uma carta comercial, como o manual de instruções de um computador ou o catálogo de uma empresa, uma brochura publicitária ou milhares de páginas de documentação do Metro do Porto ou da União Europeia.
Daí que, no processo de tradução, a prática de investigação e criação desses ecossistemas terminológicos e conceptuais seja elementar, uma vez que permite constituir, aplicar, uniformizar e gerir terminologias de trabalho, criando bases de dados e fontes de referência e documentação especializadas. O tradutor deve, portanto, ser capaz de usar e gerir a terminologia e possuir a capacidade de documentação e investigação, seja ela investigação ad hoc, específica e sistematizada, direccionada para o texto ou vocacionada para o domínio de trabalho através do confronto com os textos da especialidade (textos de carácter geral, textos de divulgação, textos especializados, textos electrónicos, corpora, instrumentos e bases de trabalho, material de referência, etc)
A par da progressiva especialização e sistematização de processos ao longo da sua carreira, o tradutor experiente necessita igualmente de saber que a informática, ou melhor, a telemática, será algo de inevitavelmente imprescindível no seu ambiente de trabalho, pela utilização dos já tradicionais processadores de texto, mas sobretudo pelas ferramentas de publicação e edição assistidas por computador, bases de dados, CD-ROMs, textos electrónicos on-line, bem como memórias de tradução, sistemas de apoio à tradução humana, sistemas de pré-tradução e tradução automática.
Daí que, dentro dos requisitos indispensáveis para o exercício da tradução, encontremos necessariamente a autonomia, o espírito de iniciativa, o domínio e a agilidade das novas tecnologias e o conhecimento das ferramentas de apoio à tradução. Dado que a informática está e estará sempre ao serviço da tradução, redacção, terminologia e documentação, é essencial a exploração sistemática das mais avançadas tecnologias de suporte e tratamento da informação. Actualmente, de facto, um dos domínios mais importantes da ciência da tradução reside precisamente nas novas tecnologias ao serviço da tradução, nomeadamente as ferramentas de apoio à tradução, bases de dados, ferramentas e memórias de tradução; Trados, Transit, Déjà Vu, mas também bases ou ficheiros terminológicos, dicionários electrónicos; dicionários on-line, motores de busca, sistemas de apoio informatizados, ferramentas e memórias de tradução, “machine translation”, “computer aided tools”; programas de tradução assistida.
De facto, a emergência de um novo estatuto do saber e a dimensão da autoformação contínua nos actuais contextos científicos, técnicos e tecnológicos levam à necessidade de uma formação mais cuidada dos tradutores, tirando partido das novas tecnologias de informação e comunicação. Estas novas tecnologias permitem ao tradutor a gestão coerente dos contínuos fluxos de informação, incessantemente renovados e renováveis, e a sua integração nos sistemas de conhecimento.
A introdução da chamada tradumática, isto é, tudo o que diz respeito à tradução e as novas tecnologias, pode assumir-se como uma iniciativa pioneira, permitindo conhecer e utilizar ferramentas de uso geral adequadas à tradução, aprofundar competências no uso de materiais disponíveis na "Internet" como ferramentas de apoio ao tradutor, bem como saber utilizar programas específicos de apoio para uso dos tradutores profissionais.
Por último, uma referência para os conceitos de re-leitura, revisão, verificação, crítica e avaliação da qualidade e aferição dos níveis de qualidade, eficácia e funcionalidade textuais. Tal como anteriormente constatávamos o surgimento de um novo profissional, o “gestor de projectos”, também aqui nos parece indispensável sublinhar a importância do “Quality manager”, uma espécie de gestor da ou para a qualidade. Isto porque num mundo cada vez mais uniformizado e estandardizado, torna-se essencial adoptar e cumprir rigorosas políticas de controlo da qualidade do produto, conferindo o domínio e rigor técnico-científicos através de parâmetros de avaliação da eficácia textual que permitam verificar a consistência e a coesão do texto e, acima de tudo, a sua funcionalidade e aplicação prática. Não admira, portanto, que um dos principais temas em debate na actualidade seja precisamente a definição de objectivos de qualidade, perfis de competência e acreditação profissional e a adopção de procedimentos de garantia, avaliação e certificação da qualidade, nomeadamente através da tentativa de conferir um padrão, chancela ou certificado de qualidade à tradução, em conformidade com as normas ISO, vulgarmente aceites para a homologação dos sectores da indústria e do comércio.
Gostaria de terminar recuperando e subvertendo o “dictum” de Luis de Camões, “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. No actual universo da tradução, mudaram-se os tempos e as vontades, mas também as metodologias de trabalho, as exigências e os perfis dos clientes. Mudou o mercado e o “timing” de execução dos trabalhos, os prazos, os locais e os contextos de tradução. Mudaram as ferramentas de trabalho e mudaram as competências e qualidades do tradutor. Mudou o estilo de abordagem face ao cliente e mudou a própria postura de relacionamento entre os profissionais da tradução. Exigem-se novos padrões de comportamento e novos parâmetros de ética e deontologia profissionais capazes de aceitar a diferença com tolerância e respeito mútuos. Exigem-se novas qualidades fisiológicas, psicológicas, emocionais e intelectuais. Exige-se, no fundo, um novo "saber fazer” e um novo “saber estar”.
Mantém-se, no entanto, essa mesma vontade de construir (e volto a citar) “um saber de experiência(s) feito”, ontem como hoje, feito de técnica, engenho e arte, inspiração e trabalho, rigor e improviso, afinal essa dicotomia que, ontem como hoje, perpassa ainda pelos estudos da tradução.
Wednesday, October 10, 2007
Uma realidade (sempre) tão familiar
O blogue "Pedro e o Lobo" costuma apresentar algumas preciosidades sobre a profissão do tradutor. Como esta que aqui reproduzo (disponível em http://pedroeolobo.blogspot.com/2007_08_01_archive.html)
Prelúdio para um Poema Técnico
1. Leia com atenção
__este poema de
__segurança
__antes de__iniciar
_____________________
__qualquer operaçãozinha.
________________________________________________________________
2. Verifique se existem___________fugas
__a) e drene todos
__b) os versos.
________________________________
________________________________
3. Para mais informações, contacte o seu(?) representante local:
___________________________________
__________________________________
____________________
____________________
Modelo:__________________ N.º Série: ______
Revisão periód.:__________Data:__/__/___
Prelúdio para um Poema Técnico
1. Leia com atenção
__este poema de
__segurança
__antes de__iniciar
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__qualquer operaçãozinha.
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2. Verifique se existem___________fugas
__a) e drene todos
__b) os versos.
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3. Para mais informações, contacte o seu(?) representante local:
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Revisão periód.:__________Data:__/__/___
Uma questão de educação
Com a devida vénia e "copyright", subscrevo o artigo seguinte de Brett Jocelyn Epstein sobre a questão de educar ou não o cliente. Disponível em http://www.translationjournal.net/journal/41educate.htm
Educating the Customers, Redux: Time
by Brett Jocelyn Epstein
Some readers may remember my article in the October 2006 issue of the Translation Journal that discussed educating customers about what translation is and how much it costs. Well, it turns out that there's another matter that we translators need to bring up with our customers: time.
Have you experienced the situation where you received a text from a customer and then were casually, or perhaps sheepishly, informed that it was needed back—perfectly translated and/or edited, of course—within just a few hours or days? And how often has such a text been especially long and/or complicated? And has a customer ever promised to send you a project by a certain date, failed to meet the deadline, sent you the text days or even weeks later, and then nevertheless expected you to be done with your part of it by the date originally agreed upon? And how frequently has such an event occurred during a particularly busy period (annual reports season, for example), when your work has been carefully and tightly scheduled?
It is natural to feel, when something like this happens, that our customers do not respect us or our time, that they have no understanding of what our job entails, and that they do not care if we have to work from eight a.m. until two the next morning several days in a row just to get their assignment done on time. And thinking that a customer does not respect or show consideration for the highly trained professional he or she has entrusted with an important document can cause frustrated and angry feelings and potentially even affect the translator so much that the job is not done as well as it could have been. Sometimes, translators have even been known to warn their colleagues not to accept work from a certain client, since it is "always late." In other words, it's a lose-lose situation all the way around.
So why do customers do this? Why do they jeopardize the quality of the work and their relationship with the translator? In my experience, the major reasons are 1) that the customer does not know what is really involved in translation, and thus cannot properly schedule the time needed for a thorough translation job, or 2) the customer him- or herself can not schedule his or her own work properly and then passes off the stress and pressure of a looming deadline to the translator, or 3) the customer assumes self-employed workers are simply sitting around, waiting desperately for the next job, and can take anything at any time. A subset of the last cause of this problem is that customers sometimes seem to assume that they are your only customer—or at least your most important one—and that even if they have not sent you the work by the time you agreed on, there is no reason to believe that you might now be busy with someone else's assignment.
How, then, can we translators tackle this delicate matter of time? To begin with, we can offer the customers more information before they even have hired us. The easiest step is something I recommended in the last article: provide detailed information on your website or in your other promotional material about what translation is and what is involved in your work. If you can, describe past assignments in general terms (because of privacy issues, you do not want to be too specific about what the job was) and mention how long it took you to do every stage of each project. For example, you can write: "5000 word contract. Half of the text was a general description of the companies and their products, and the other half was complicated legal language. I did a good rough draft in six hours of full-time work, and then I spent forty-five minutes researching terms. I revised the translation for three hours, edited it for two, and finally spent another two and a half hours comparing the source and target texts." Perhaps if many translators began adding to their websites a section about time, along with those on their professional backgrounds and rates, customers would take notice. Maybe they would learn something, too.
Similarly, when you are first offered an assignment, do not write back with information about your rates only. Those who are not translators have no way of guessing how much time or effort a job could take, which is why it is very helpful if you can be as detailed as possible. Say how many hours you anticipate each step in the translation process to take. Write whether the assignment will require you to go to the library or a bookstore to get specialized information, or collaborate with another translator or other professional. If you can see a rough draft of the document or get any more information about it, look it over and let the customer know if you think there will be any significant problems that will cause you to take a longer time than usual (for example, if the text is poorly written, or if it will be sent to you as a PDF rather than a Word document). And be sure to tell the customer what your schedule is like. Customers do not need to know all about your family obligations or your medical appointments, but it is certainly appropriate to tell them if you know (or expect) that you have a big job coming in, or if you will be on vacation, or if there is anything else that will affect your working time and ability. I usually give my customers specific information, such as, "I will be out of town for the next two weeks, but I will be checking my e-mail. So you can send me the assignment and I will print it out and study it while I am away. But I will not start translating it until this date, so you can expect it on that date. If the assignment has not arrived by this date, then I will not be able to finish it by that date."
Also, sometimes you need to be blunt with a customer. If you have previously had bad experiences with a certain client or if the project in question is coming during a particularly busy season, warn the customer in advance. Say, "I am looking forward to this assignment, but I want you to know that if it does not reach me by the time we agreed upon, I will not be able to do it." You don't need to explain to customers what else you have going on or you shouldn't hint to them that you will be nice and make an exception for them and accept jobs that are sent a day or two late; all you need to do is civilly give them this warning, which hopefully will spur them on to get the work to you as planned.
But the advice above only addresses what you can do before you have gotten the text to be translated. What happens if a customer sends you the document after the date you have agreed upon? Or if a customer asks you translate something in an unreasonable amount of time?
To take the second question first, you need to, as stated above, explain exactly what is involved in the work and why you need more time. If the customer still insists—and often this is because he or she was late doing his or her own part in it—you can decide if you do in fact have the time to get it done, even if it means a few extra-long days and nights for you. Naturally, however, you will not work so hard for free, and you will charge a rush fee. Standard rush fees range from an additional 50% to 100% of the cost. Whether a client is willing to pay for the rush work is another question, which won't be discussed in-depth here, since the issue of money was addressed in the previous article. I can just briefly remind you that your time is valuable and that you should not suffer, and be paid poorly to boot, when a customer has not planned the project well.
If you see that a document has not come to your e-mail in-box by the date you had expected it, it is appropriate for you to write to the customer and ask what is happening. It may be that the text is finished and ready to be translated, but somehow it just wasn't sent to you. It could also be that the customer found another translator or the job was postponed or canceled and you weren't notified. I usually write something like, "I am just checking in with you about the translation assignment. I would appreciate it if you can let me know the status of the project." It is also appropriate to add a reminder about your time limits or scheduling conflicts, as applicable.
As for what to do when the job finally arrives, this depends on your relationship with the customer, the size of the assignment, and how late the assignment is. If it is a client who has never been late before and/or someone from whom you earn much of your income, you might want to gently mention the lateness, but not get into a big discussion about it. If the text is short or easy enough that you can still get a translation done, you can let the tardiness go. This time, anyway.
Sometimes, however, you may have to turn down an assignment to get the point across (if it doesn't cause financial hardship for you to do so, of course). Yes, you may have originally accepted the job, but if the customer has not kept his or her part of the agreement and has not sent you the work as promised, tell the client so. It's enough to politely say, "I am sorry, but I carefully schedule my time and as you did not send me the document as agreed upon, I can no longer accept the job. I hope you find someone else." In most other circumstances, I recommend finding a colleague when you can not do a certain assignment, but in the case of delay on the customer's part, it defeats the purpose if you do so. The customer will then just assume that she or he need not be on time, since there's always another available translator, should the first one be too busy. If you are feeling particularly feisty, you could even mention that you had to turn down other jobs in order to make yourself free for the one that did not appear, and that as a result, you have lost money and potential future clients. Unfortunately, some people just do not consider how their actions affect others, so if you make it very clear to the customer how his or her thoughtlessness and/or inability to stick to a schedule has caused problems for you, this could really have an impact.
Regrettably, I suspect that there will always be customers who procrastinate when it comes to taking care of their own responsibilities, and that there will always be those who do not value the work others do and the time it takes. In the past few weeks alone, for example, a colleague gave me a translation assignment that she could no longer do it because it had arrived late, and I also edited an entire book in just a few (very long) days, because the customer had not planned well for the editing process. But I believe that we can eliminate some of these situations by educating our customers more. Once they begin to truly understand how much time our work takes, which they can only do if we explain the process to them in detail, and once we have begun teaching them that they can not send us documents late and/or expect assignments done very quickly, which we can do by warning our customers and/or refusing jobs and/or asking for rush or late fees, they will start both planning their time and their projects better and treating us with more respect. And isn't it time that happened?
© Copyright Translation Journal and the Author 2007URL: http://translationjournal.net/journal/41educate.htm
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Educating the Customers, Redux: Time
by Brett Jocelyn Epstein
Some readers may remember my article in the October 2006 issue of the Translation Journal that discussed educating customers about what translation is and how much it costs. Well, it turns out that there's another matter that we translators need to bring up with our customers: time.
Have you experienced the situation where you received a text from a customer and then were casually, or perhaps sheepishly, informed that it was needed back—perfectly translated and/or edited, of course—within just a few hours or days? And how often has such a text been especially long and/or complicated? And has a customer ever promised to send you a project by a certain date, failed to meet the deadline, sent you the text days or even weeks later, and then nevertheless expected you to be done with your part of it by the date originally agreed upon? And how frequently has such an event occurred during a particularly busy period (annual reports season, for example), when your work has been carefully and tightly scheduled?
It is natural to feel, when something like this happens, that our customers do not respect us or our time, that they have no understanding of what our job entails, and that they do not care if we have to work from eight a.m. until two the next morning several days in a row just to get their assignment done on time. And thinking that a customer does not respect or show consideration for the highly trained professional he or she has entrusted with an important document can cause frustrated and angry feelings and potentially even affect the translator so much that the job is not done as well as it could have been. Sometimes, translators have even been known to warn their colleagues not to accept work from a certain client, since it is "always late." In other words, it's a lose-lose situation all the way around.
So why do customers do this? Why do they jeopardize the quality of the work and their relationship with the translator? In my experience, the major reasons are 1) that the customer does not know what is really involved in translation, and thus cannot properly schedule the time needed for a thorough translation job, or 2) the customer him- or herself can not schedule his or her own work properly and then passes off the stress and pressure of a looming deadline to the translator, or 3) the customer assumes self-employed workers are simply sitting around, waiting desperately for the next job, and can take anything at any time. A subset of the last cause of this problem is that customers sometimes seem to assume that they are your only customer—or at least your most important one—and that even if they have not sent you the work by the time you agreed on, there is no reason to believe that you might now be busy with someone else's assignment.
How, then, can we translators tackle this delicate matter of time? To begin with, we can offer the customers more information before they even have hired us. The easiest step is something I recommended in the last article: provide detailed information on your website or in your other promotional material about what translation is and what is involved in your work. If you can, describe past assignments in general terms (because of privacy issues, you do not want to be too specific about what the job was) and mention how long it took you to do every stage of each project. For example, you can write: "5000 word contract. Half of the text was a general description of the companies and their products, and the other half was complicated legal language. I did a good rough draft in six hours of full-time work, and then I spent forty-five minutes researching terms. I revised the translation for three hours, edited it for two, and finally spent another two and a half hours comparing the source and target texts." Perhaps if many translators began adding to their websites a section about time, along with those on their professional backgrounds and rates, customers would take notice. Maybe they would learn something, too.
Similarly, when you are first offered an assignment, do not write back with information about your rates only. Those who are not translators have no way of guessing how much time or effort a job could take, which is why it is very helpful if you can be as detailed as possible. Say how many hours you anticipate each step in the translation process to take. Write whether the assignment will require you to go to the library or a bookstore to get specialized information, or collaborate with another translator or other professional. If you can see a rough draft of the document or get any more information about it, look it over and let the customer know if you think there will be any significant problems that will cause you to take a longer time than usual (for example, if the text is poorly written, or if it will be sent to you as a PDF rather than a Word document). And be sure to tell the customer what your schedule is like. Customers do not need to know all about your family obligations or your medical appointments, but it is certainly appropriate to tell them if you know (or expect) that you have a big job coming in, or if you will be on vacation, or if there is anything else that will affect your working time and ability. I usually give my customers specific information, such as, "I will be out of town for the next two weeks, but I will be checking my e-mail. So you can send me the assignment and I will print it out and study it while I am away. But I will not start translating it until this date, so you can expect it on that date. If the assignment has not arrived by this date, then I will not be able to finish it by that date."
Also, sometimes you need to be blunt with a customer. If you have previously had bad experiences with a certain client or if the project in question is coming during a particularly busy season, warn the customer in advance. Say, "I am looking forward to this assignment, but I want you to know that if it does not reach me by the time we agreed upon, I will not be able to do it." You don't need to explain to customers what else you have going on or you shouldn't hint to them that you will be nice and make an exception for them and accept jobs that are sent a day or two late; all you need to do is civilly give them this warning, which hopefully will spur them on to get the work to you as planned.
But the advice above only addresses what you can do before you have gotten the text to be translated. What happens if a customer sends you the document after the date you have agreed upon? Or if a customer asks you translate something in an unreasonable amount of time?
To take the second question first, you need to, as stated above, explain exactly what is involved in the work and why you need more time. If the customer still insists—and often this is because he or she was late doing his or her own part in it—you can decide if you do in fact have the time to get it done, even if it means a few extra-long days and nights for you. Naturally, however, you will not work so hard for free, and you will charge a rush fee. Standard rush fees range from an additional 50% to 100% of the cost. Whether a client is willing to pay for the rush work is another question, which won't be discussed in-depth here, since the issue of money was addressed in the previous article. I can just briefly remind you that your time is valuable and that you should not suffer, and be paid poorly to boot, when a customer has not planned the project well.
If you see that a document has not come to your e-mail in-box by the date you had expected it, it is appropriate for you to write to the customer and ask what is happening. It may be that the text is finished and ready to be translated, but somehow it just wasn't sent to you. It could also be that the customer found another translator or the job was postponed or canceled and you weren't notified. I usually write something like, "I am just checking in with you about the translation assignment. I would appreciate it if you can let me know the status of the project." It is also appropriate to add a reminder about your time limits or scheduling conflicts, as applicable.
As for what to do when the job finally arrives, this depends on your relationship with the customer, the size of the assignment, and how late the assignment is. If it is a client who has never been late before and/or someone from whom you earn much of your income, you might want to gently mention the lateness, but not get into a big discussion about it. If the text is short or easy enough that you can still get a translation done, you can let the tardiness go. This time, anyway.
Sometimes, however, you may have to turn down an assignment to get the point across (if it doesn't cause financial hardship for you to do so, of course). Yes, you may have originally accepted the job, but if the customer has not kept his or her part of the agreement and has not sent you the work as promised, tell the client so. It's enough to politely say, "I am sorry, but I carefully schedule my time and as you did not send me the document as agreed upon, I can no longer accept the job. I hope you find someone else." In most other circumstances, I recommend finding a colleague when you can not do a certain assignment, but in the case of delay on the customer's part, it defeats the purpose if you do so. The customer will then just assume that she or he need not be on time, since there's always another available translator, should the first one be too busy. If you are feeling particularly feisty, you could even mention that you had to turn down other jobs in order to make yourself free for the one that did not appear, and that as a result, you have lost money and potential future clients. Unfortunately, some people just do not consider how their actions affect others, so if you make it very clear to the customer how his or her thoughtlessness and/or inability to stick to a schedule has caused problems for you, this could really have an impact.
Regrettably, I suspect that there will always be customers who procrastinate when it comes to taking care of their own responsibilities, and that there will always be those who do not value the work others do and the time it takes. In the past few weeks alone, for example, a colleague gave me a translation assignment that she could no longer do it because it had arrived late, and I also edited an entire book in just a few (very long) days, because the customer had not planned well for the editing process. But I believe that we can eliminate some of these situations by educating our customers more. Once they begin to truly understand how much time our work takes, which they can only do if we explain the process to them in detail, and once we have begun teaching them that they can not send us documents late and/or expect assignments done very quickly, which we can do by warning our customers and/or refusing jobs and/or asking for rush or late fees, they will start both planning their time and their projects better and treating us with more respect. And isn't it time that happened?
© Copyright Translation Journal and the Author 2007URL: http://translationjournal.net/journal/41educate.htm
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Wednesday, October 03, 2007
O evangelho segundo Dan le Sac VS Scroobious Pip
Fast Forward into the Future (Novos mandamentos versão séc. XXI).
Posto de escuta em
http://www.myspace.com/lesacvspip
Posto de escuta em
http://www.myspace.com/lesacvspip
RECURSOS E FERRAMENTAS MULTILINGUES/MULTIMÉDIA PARA TRADUÇÃO
1. Sites de pesquisa
Tumba (PT) Vivisimo Google Lycos Altavista Yahoo
Ask.com WebCrawler About.com O Leme
2. Páginas pessoais
ANTHONY PYM - http://www.fut.es/~apym/
JOÃO ROQUE DIAS - http://www.jrdias.com/
Octante.Net (João Brogueira): http://www.octante.net/arquetipo
FERNANDO FERREIRA ALVES: http://www2.ilch.uminho.pt/falves/
Links – Peter Sandrini (inclui Terminology Resources and On-line-Dictionaries) - http://homepage.uibk.ac.at/~c61302/
ROGER CHRISS – THE LANGUAGE REALM -
http://home.comcast.net/~r.chriss/
http://www.languagerealm.com/
Stephane Pineau http://steph.pineau.free.fr/bookmark.htm
DANILO NOGUEIRA / TRADUTOR PROFISSIONAL
http://tradutor-profissional.blogspot.com/
3. ALGUMA TEORIA AVULSA
Recursos em linha - http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rec.html
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rec_glo.html
TRADUMÁTICA – UNIVERSIDADE DE BARCELONA
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rev0/freigangPT.html
Translators’ On-Line Resources / Miscellaneous Translators’ Resources - http://accurapid.com/journal/00misc.htm
Electronic Tools for Translators in the 21st Century - http://www.accurapid.com/journal/38tools.htm
Teaching electronic tools for translators online - http://isg.urv.es/library/papers/Biau_Teaching.pdf
Search Tools for Translators
http://www.translatorscafe.com/cafe/Articles.asp?ArtID=29
The Tool Box / Tools for Translators - http://www2.sbbs.se/hp/cfalk/tipseng.htm
Translation Tools and Workflow (excelente site) - http://ec.europa.eu/dgs/translation/bookshelf/tools_and_workflow_en.pdf
4. Sites de interesse sobre tradução
accurapid – http://accurapid.com/
ENLASO – ENTERPRISE LANGUAGE SOLUTIONS - http://www.translate.com/
translatum (Portal do tradutor - GRÉCIA) - http://www.translatum.gr/
La linterna del traductor - http://traduccion.rediris.es/
Translator’s Home Companion - http://www.lai.com/companion.html
http://www.rahul.net/lai/companion.html
Translators’ On-Line Resources - http://www.accurapid.com/journal/links.htm
TRANSLATIONZONE - http://www.translationzone.com/
ON-LINE FREELANCE TRANSLATORS DATABASE - http://www.a-dictam.com/database/search.htm
Perguntas sobre Traduções: ProZ.com KudoZ / ProZ.com - Directory of Translation Agencies & Freelance Translators - http://www.proz.com/
SearchLanguage.com - http://searchlanguage.com/
Translate (Brasil) - http://www.translate.com.br/
TRANSLATOR TIPS - http://www.translatortips.com/
TRANSLATION JOURNAL - http://accurapid.com/journal/
Other interesting www-pages for translators and interpreters
http://www.uni-saarland.de/fak4/fr46/englisch/www.htm
O TRADUTOR / WORKFORTRANSLATORS (excelente site) – http://workfortranslators.wordpress.com/
FreeTranslation.com Tools - http://www.freetranslation.com/tools/
TOOLS FOR TRANSLATORS - http://www.gotranslators.com/Public/ConsultEN.php
ELECTRONIC TRANSLATION TOOLS -
http://www.uiowa.edu/~flare/Reference/Other/Translation_Tools.html
QUASE TUDO O QUE EU (SEMPRE) QUIS SABER SOBRE TRADUÇÃO – KIT DE SOBREVIVÊNCIA - https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/5890
ELIA (The European Language Industry Association) - http://www.elia-association.org/
5. TRADUÇÃO EMPREENDEDORISMO E PROFISSÃO
Proz, a large online marketplace for translators to find work. - http://www.proz.com/
Go Translators, an international directory for translators. - http://www.gotranslators.com/
Translation Directory, an online marketplace and information source for translators. - http://www.translationdirectory.com/
Translators Cafe, a large online marketplace and information exchange for translators. - http://www.translatorscafe.com/cafe/default.asp
Aquarius, a "digital billboard" for translators and translation agencies. - http://www.aquarius.net/
TransRef, an information and jobs portal for translators. - http://www.transref.org/
6. Bases de dados, glossários, dicionários e enciclopédias on-line
Acronym Finder. http://www.acronymfinder.com/
Acronym Server: http://www.ucc.ie/cgi-bin/acronym
AskJeeves: http://www.askjeeves.com/
BABYLON: http://www.babylon.com/
Base de dados da UE / Eurodicautom: http://europa.eu.int/eurodicautom/Controller
Dicionário Aulete da língua portuguesa: http://aulete.uol.com.br/site.php?mdl=aulete_digital
IATE – Inter Active Terminology for Europe: http://iate.europa.eu/iatediff/
BIBLIOTECA UNIVERSAL: http://www.universal.pt/site/paises/paises_df.html
Britannica: http://www.britannica.com/
Cambridge Dictionary Online: http://dictionary.cambridge.org/
Cambridge: http://dictionary.cambridge.org/
Dicionários/Enciclopédias: http://www.freeality.com/encyclop.htm
Dictionaries on the Internet: http://pws.prserv.net/esinet.migcc/diccionarios/
Dictionary.com. http://dictionary.reference.com/
Dictionary.com: http://www.dictionary.net/
Eurodicautom (Base de dados da EU): http://europa.eu.int/eurodicautom/Controller
Foreignword.com. http://www.foreignword.com/
FreeSearch: http://www.freesearch.co.uk/
http://www.longman.com/dictionaries/
FROM LANGUAGE TO LANGUAGE: http://www.langtolang.com/
Glossário das Nações Unidas: http://157.150.197.21/dgaacs/unterm.nsf/375b4cb457d6e2cc85256b260070ed33/$searchForm?SearchView
Glossários da Microsoft - ftp://ftp.microsoft.com/developr/msdn/newup/Glossary/
Google: http://www.google.com/
instituto camões / tradumática -
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rec_glo.html
João Roque Dias's Web Site: http://jrdias.com/
La Crosse Public Library: http://www.lacrosselibrary.org/
Lexicool (Directory of Dictionaries): http://www.lexicool.com/
Lexicool Directory of Bilingual and Monolingual Dictionaries: http://www.lexicool.com/
LibrarySpot: http://www.libraryspot.com/
LOGOS Multilingual Dictionaries http://www.logos.it/pls/dictionary/new_dictionary.dictio_professional_window?u_name=&u_password=&u_code=4395&code_language
Longman Dictionary of Contemporary English Online: http://www.ldoceonline.com/
http://www.longman.com/dictionaries/
Manon Bergeron's Index of Financial Glossaries - http://mabercom.com/
Merrian Webster Online: http://www.m-w.com/
Octante.Net (João Brogueira): http://www.octante.net/arquetipo
One Look Dictionary Online: http://www.onelook.com/
Online Dictionary Net. http://www.online-dictionary.net/
Oxford English Dictionary: http://www.oed.com/
Porto Editora: http://www.portoeditora.pt/dol
Priberam: http://www.priberam.pt/dlpo.dlpo.aspx
real dictionary: http://spanish.realdictionary.com/
Reference Materials: http://www.cln.org/subjects/refmat.html
Resources for Translators and Interpreters: http://homepage.uibk.ac.at/~c61302/
Rutgers University libraries/Electronic Reference Sources: http://www.libraries.rutgers.edu/rul/rr_gateway/e_ref_shelf/e_ref_shelf.shtml
Terminology Forum (online dictionaries) - http://www.uwasa.fi/comm/termino/
The Glossarist: http://www.glossarist.com/
The University of Queensland/Virtual reference collection: http://www.library.uq.edu.au/internet/vref.php
The University of Queensland: http://www.library.uq.edu.au/
Thesaurus.com: http://thesaurus.reference.com/
TIS Sistema de informação terminológica - http://tis.consilium.eu.int/utfwebtis/frames/introfsEN.htm
Translation Links Index: http://www.jrdias.com/JRD-Links.html
UOL Biblioteca: http://biblioteca.uol.com.br/
Visual Thesaurus: http://www.visualthesaurus.com/online/
Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page
Word2Word/Language Dictionaries and Translators: http://www.word2word.com/dictionary.html
Working in English: http://uk.cambridge.org/elt/workinginenglish/
Xanadu: http://www.foreignword.biz/software/xanadu/default.aspx
Xrefer. http://www.xrefer.com/
Your Dictionary Online: http://www.yourdictionary.com/
7. Terminologia
Eurêka - http://www.foreignword.com/eureka/default.asp
Lexicool - http://www.lexicool.com/
GlossPost - http://www.proz.com/?sp=glosspost&show_mode=search
GoTranslators link library - http://www.gotranslators.com/
Aquarius link library - http://www.aquarius.net/
Logos glossary database - http://www.logosdictionary.com/pls/dictionary/linguistic_resources.main?lang=en&source=resources
Dictionarium - http://www.dictionarium.com/
Portalingua by the Latin Union - http://www.portalingua.info/pt/recherche/recherche_avancee/1/index.php
L'inventaire des travaux terminologiques dans Internet de l'OLF - http://www.oqlf.gouv.qc.ca/ressources/bibliotheque/inventaires/inventaires.html
8. Textos paralelos / Documentação
Multilingual.ch - site para pesquisa por termos e textos paralelos - http://www.multilingual.ch/
Webb'sNet, Lynn Webb's site on translation, computational linguistics, and language - http://www.webbsnet.com/
Multilingual websites with parallel texts - http://web.ticino.com/multilingual/Multilingual_websites.htm
The Bitext Concordance Solution - http://www.beetext.com/find.html
OPUS - an open source parallel corpus - http://logos.uio.no/opus/
COMPARA - http://www.linguateca.pt/COMPARA/
9. Corpora paralelos
OPUS - an open source parallel corpus (novo site actualizado) -http://urd.let.rug.nl/tiedeman/OPUS/
COMPARA - Portuguese-English Parallel Corpus - http://www.linguateca.pt/COMPARA/Welcome.html
Cetempublico - http://www.linguateca.pt/carteiro/listinfo/cetempublico
CORPUS PARALELO - di.uminho.pt/terminum
ONLINE CORPORA – http://www-user.tu-chemnitz.de/~voigt/link_corpora.htm
LINGUATECA - http://www.linguateca.pt/
WEBOPEDIA (online dictionary and search engine for computer and Internet technology definitions) - http://www.webopedia.com/
ZVON - http://www.zvon.org/
10. Software
@PROMPT - http://www.smartlinkcorp.com/
ALCHEMY CATALYST (TRADUÇÃO) - http://www.alchemysoftware.ie/
babel fish altavista (systran) - http://babel.altavista.com/
Babel Fish - http://babelfish.altavista.com/
Déjà Vu - http://www.atril.com/
LINGUATEC – http://www.linguatec.de/products/pt2006/index.en.shtml
MEMOQ tRANSLATION SOFTWARE - http://www.kilgray.com/kilgray/products/memoq
METRA (METRA-TRADUTOR) - http://www.linguateca.pt/metra/
o leme tradutores - http://www.leme.pt/tradutores/
Online dictionary software - http://www.babylon.com/
OMEGA T – http://sourceforge.net/projects/omegat
Power Translator - http://www.avanquest.com/en/home/index.asp
SDLX - http://www.sdl.com/
Systran – Information and Translation Technologies - http://www.systransoft.com/
WordSmith Tools (term-extraction and concordance tools) - http://www.lexically.net/wordsmith/
TRADOS - http://trados.com.htm/
TRANSIT - http://www.star-group.net/eng/software/sprachtech/transit.html
WORDFAST - http://www.wordfast.net / http://www.global-tm.net/
(novo site)
Multitrans Translation Tools - http://www.multicorpora.ca/index_e.html
Lokalize - http://userbase.kde.org/Lokalize#Lokalize_under_Windows
Kbabel - http://kbabel.kde.org/#download
E ainda....
Translation Booth - www.translationbooth.com/images/robot.jpg
SDL - http//www.freetranslation.com/
Google Language Tools - http://www.google.com/language_tools?hl=en
E-prompt - http://www.e-promt.com/
11. Guias de Estilo / prontuários / GRAMÁTICAS
Guia de estilo para o inglês / English Style Guide - http://europa.eu.int/comm/translation/writing/style_guides/english/frame_index_en.htm
http://ec.europa.eu/translation/writing/style_guides/english/style_guide_en.pdf
http://europa.eu.int/comm/translation/writing/style_guides/english/index_en.htm
Interinstitutional style guide - http://publications.europa.eu/code/en/en-000100.htm
Google in Your Language - translation style guide - http://services.google.com/tc/guidelines.html
Livro de Estilo do Público - http://www.publico.clix.pt/nos/livro_estilo/02-apresentacao.html
Ciberdúvidas da Língua Portuguesa - http://ciberduvidas.sapo.pt/
O LEME - http://www.leme.pt/gramaticas/
PRIBERAM - http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica.aspx
BIBLIOTECA UNIVERSAL – http://www.universal.pt/Site/GramPor.htm
NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA - http://www.tvcultura.com.br/aloescola/linguaportuguesa/index.htm
PORTUGUÊS - http://www.portugues.com.br/
FOLHA DE SÃO PAULO (MANUAL DE ESTILO) - http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/manual_redacao.htm
12. TABELAS DE CONVERSÃO
UNIVERSAL - http://www.universal.pt/site/medidas/conv_medidas.htm
ONLINE CONVERSION - http://www.onlineconversion.com/
MEGACONVERTER - http://www.megaconverter.com/mega2/
CONVERTI T – http://www.convertit.com/
CURRENCY CONVERTER –OANDA) - http://www.oanda.com/converter/classic
13. CORRECTORES ORTOGRÁFICOS
FLiP On-line acesso gratuito - http://www.flip.pt/FLiPOnline/tabid/96/Default.aspx
Correctores ortográficos para Mozilla e OpenOffice.org - http://maracuja.homeip.net/software/dict
SpellCheck.net - Free Online Spell Checker - http://www.spellcheck.net/
Online spell check Orangoo Empire - http://orangoo.com/spell/
Free Spell Check Tool - Spell Checker Software from Spellex - http://spellex.com/speller.htm
Website Spell Checking Service – http://www.websiteoptimization.com/services/spell-check/
Free Online Spell Check Service - http://www.thesolutioncafe.com/public-spell-checker.html
Proofreading Tools for Microsoft Word and PowerPoint - http://www.proofreadingtools.com/
14. CONTADORES DE PALAVRAS
WEB BUDGET - http://www.webbudget.com/
Word Count and Character Count Software: AnyCount - http://www.anycount.com/
Word Count and line count software for Translators and Transcriptionists - http://www.practiline.com/
Text Tally Word and Line Counter – http://www.nch.com.au/counter/index.html?ref=google&ref2=textally2&gclid=CICX79DauosCFRgnEAodmiCCyA
Free Word count software - http://www.newfreedownloads.com/find/word-count.html
15. CONVERSORES
PDFGRABBER - http://www.pdfgrabber.com/index.html?source=google_EN
ABLE2EXTRACT – http://www.investintech.com/able2extract.html
http://www.freedownloadscenter.com/Business/Word_Processing/Able2Extract.html
PRIMO FREE PDF CONVERTER TOOL - http://www.primopdf.com/
PDF CREATOR - http://sourceforge.net/projects/pdfcreator/
PDF CONVERTER – http://www.solidpdf.com/pdf/_converter_1/34?gclid=CLTm3un3uosCFQZhEAodOi0eyw
16. OUTRAS FERRAMENTAS
SEARCH AND REPLACE - http://www.funduc.com/srshareware.htm
17. O EFEITO GILT E A INDÚSTRIA DAS LÍNGUAS - Ferramentas de Localização
- Alchemy Catalyst: http://www.alchemysoftware.ie/index.html
1) Tutorials: - http://www.alchemysoftware.ie/tutorials/content/overview.htm
2) Alchemy CATALYST Web Based Lessons: - http://www.alchemysoftware.ie/tutorials/index.html
- Passolo – http://www.passolo.com/
- Adapt - http://www.adapt-localization.com/
- CatsCradle - http://www.stormdance.net/
- Lionbridge - http://www.lionbridge.com/
- SDL Localization Suite - http://www.sdl.com/products-translation/products-corp/localization-suite.htm
- The ultimate resource for finding information on localisation -
-http://www.electonline.org/
- TRADOC - http://www.tradoc.pt/webpage/en/
- LINGUASERVE, MADRID - http://www.linguaserve.com/espanol/index.htm
- STAR - http://www.star-group.net/
- Welocalize - http://www.welocalize.com/
- Lokalize - http://userbase.kde.org/Lokalize#Lokalize_under_Windows
- Kbabel - http://kbabel.kde.org/#download
18. GMS – Global Management Systems / CMS – Content Management Systems: Lionbridge, Idiom, Unisite, Globalsight, SDL Workflow, Wholetree, Trados, Interwoven, Broadvision, Documentum, Microsoft Content Management Server, Stellent, Vignette, Tridium, Logoport - http://www.lionbridge.com/globalization/technology/logoport.liox?intLangID=1
19. Online Resources – Technical Writing (online translation and dictionary resources)
- Online Technical Writing - http://www.io.com/~hcexres/tcm1603/acchtml/acctoc.html
- Technical Writing - http://www.rbs0.com/tw.htm
- Technical Writing Course - http://www.technical-writing-course.com/
- Society for Technical Communication - http://www.stc.org/
- Online Technical Writing: Online Textbook—Contents - http://www.io.com/~hcexres/textbook/
20. Controlled language
- Smart Communications INC (vendor) - http://www.smartny.com/Default.htm
- Controlled English - http://www.smartny.com/controlledenglish.htm
- Simplified English - http://www.userlab.com/SE.html
- Simplified English - http://www.userlab.com/Downloads/SE.pdf
- Simplified English - http://www.smartny.com/simplifiedenglish.htm
- AECMA - http://www.simplifiedenglish-aecma.org/
- AECMA + Simplified English - http://www.simplifiedenglish-aecma.org/Simplified_English.htm
- Boeing Simplified English - http://www.boeing.com/phantom/sechecker/se.html
- Ogden’s Basic English - http://ogden.basic-english.org/basiceng.html
- A Plain English Handbook
(SEC – Securities and Exchange Commission) - http://www.sec.gov/pdf/handbook.pdf
21. Direito
Consilium - http://ue.eu.int/cms3_fo/index.htm
Curia – http://www.curia.eu.int/
CELEX - http://europa.eu.int/celex/
Magistrad - http://www.magistrad.com/
22. Mailing Lists e Discussion Groups
Lantra-L FAQ and Lantra-L, Listserver: (listserv@segate.sunet.se), Discussion List: TERM-LIST Listserver: (listserv@uwasa.fi) Discussion List: term-list at uwasa.fi
FOREIGNWORD - http://www.foreignword.com/Translators/forums/forums.htm
Translators’ Discussion Groups -http://accurapid.com/journal/00disc.htm
Lantra-L, um fórum internacional sobre todos os aspectos da tradução e da interpretação (para mais informações dirigir-se a http://www.geocities.com/Athens/7110/lantra.htm).
u-forum, uma mailing list em alemão que trata de assuntos relacionados com a tradução e a interpretação profissionais (para mais informações, dirigir-se a http://www.techwriter.de/thema/u-forum.htm) e u-cat, um fórum alemão dedicado especificamente a questões sobre ferramentas de tradução (cf. http://www.techwriter.de/thema/u-cat.htm).
TW_Users, um fórum internacional sobre aspectos relacionados com o uso das ferramentas de tradução de Trados (Translator's Workbench); o fórum pertence ao Yahoo-groups e pode-se aceder através de http://groups.yahoo.com/.
Tradução assistida por computador
Tradução automática
Catalyst / Transit / Déjà-vu / Translat / MetaTexis / IBM Translation Manager / Multicorpora / WebBudget / Passolo / Wordfast /
Trados Workbench / Wordfisher
• AutomaticTrans Português (do Brasil) e Espanhol / Sail Labs / Babelfish / Systran / Falatudo / T-Mail / Freetranslation / Wordlingo / LogoMedia.Net / Lernout & Hauspie / World Language Resource
23. Recursos para o ensino da tradução
Poor Technology Group - http://www.uvic.cat/fchtd/especial/en/ptg/ptg.html
24. Tradução Especializada (Direito / Economia)
Site sobre constituição de empresas no Reino Unido - http://www.ukcorporator.co.uk/company_structure.php
Tumba (PT) Vivisimo Google Lycos Altavista Yahoo
Ask.com WebCrawler About.com O Leme
2. Páginas pessoais
ANTHONY PYM - http://www.fut.es/~apym/
JOÃO ROQUE DIAS - http://www.jrdias.com/
Octante.Net (João Brogueira): http://www.octante.net/arquetipo
FERNANDO FERREIRA ALVES: http://www2.ilch.uminho.pt/falves/
Links – Peter Sandrini (inclui Terminology Resources and On-line-Dictionaries) - http://homepage.uibk.ac.at/~c61302/
ROGER CHRISS – THE LANGUAGE REALM -
http://home.comcast.net/~r.chriss/
http://www.languagerealm.com/
Stephane Pineau http://steph.pineau.free.fr/bookmark.htm
DANILO NOGUEIRA / TRADUTOR PROFISSIONAL
http://tradutor-profissional.blogspot.com/
3. ALGUMA TEORIA AVULSA
Recursos em linha - http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rec.html
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rec_glo.html
TRADUMÁTICA – UNIVERSIDADE DE BARCELONA
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rev0/freigangPT.html
Translators’ On-Line Resources / Miscellaneous Translators’ Resources - http://accurapid.com/journal/00misc.htm
Electronic Tools for Translators in the 21st Century - http://www.accurapid.com/journal/38tools.htm
Teaching electronic tools for translators online - http://isg.urv.es/library/papers/Biau_Teaching.pdf
Search Tools for Translators
http://www.translatorscafe.com/cafe/Articles.asp?ArtID=29
The Tool Box / Tools for Translators - http://www2.sbbs.se/hp/cfalk/tipseng.htm
Translation Tools and Workflow (excelente site) - http://ec.europa.eu/dgs/translation/bookshelf/tools_and_workflow_en.pdf
4. Sites de interesse sobre tradução
accurapid – http://accurapid.com/
ENLASO – ENTERPRISE LANGUAGE SOLUTIONS - http://www.translate.com/
translatum (Portal do tradutor - GRÉCIA) - http://www.translatum.gr/
La linterna del traductor - http://traduccion.rediris.es/
Translator’s Home Companion - http://www.lai.com/companion.html
http://www.rahul.net/lai/companion.html
Translators’ On-Line Resources - http://www.accurapid.com/journal/links.htm
TRANSLATIONZONE - http://www.translationzone.com/
ON-LINE FREELANCE TRANSLATORS DATABASE - http://www.a-dictam.com/database/search.htm
Perguntas sobre Traduções: ProZ.com KudoZ / ProZ.com - Directory of Translation Agencies & Freelance Translators - http://www.proz.com/
SearchLanguage.com - http://searchlanguage.com/
Translate (Brasil) - http://www.translate.com.br/
TRANSLATOR TIPS - http://www.translatortips.com/
TRANSLATION JOURNAL - http://accurapid.com/journal/
Other interesting www-pages for translators and interpreters
http://www.uni-saarland.de/fak4/fr46/englisch/www.htm
O TRADUTOR / WORKFORTRANSLATORS (excelente site) – http://workfortranslators.wordpress.com/
FreeTranslation.com Tools - http://www.freetranslation.com/tools/
TOOLS FOR TRANSLATORS - http://www.gotranslators.com/Public/ConsultEN.php
ELECTRONIC TRANSLATION TOOLS -
http://www.uiowa.edu/~flare/Reference/Other/Translation_Tools.html
QUASE TUDO O QUE EU (SEMPRE) QUIS SABER SOBRE TRADUÇÃO – KIT DE SOBREVIVÊNCIA - https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/5890
ELIA (The European Language Industry Association) - http://www.elia-association.org/
5. TRADUÇÃO EMPREENDEDORISMO E PROFISSÃO
Proz, a large online marketplace for translators to find work. - http://www.proz.com/
Go Translators, an international directory for translators. - http://www.gotranslators.com/
Translation Directory, an online marketplace and information source for translators. - http://www.translationdirectory.com/
Translators Cafe, a large online marketplace and information exchange for translators. - http://www.translatorscafe.com/cafe/default.asp
Aquarius, a "digital billboard" for translators and translation agencies. - http://www.aquarius.net/
TransRef, an information and jobs portal for translators. - http://www.transref.org/
6. Bases de dados, glossários, dicionários e enciclopédias on-line
Acronym Finder. http://www.acronymfinder.com/
Acronym Server: http://www.ucc.ie/cgi-bin/acronym
AskJeeves: http://www.askjeeves.com/
BABYLON: http://www.babylon.com/
Base de dados da UE / Eurodicautom: http://europa.eu.int/eurodicautom/Controller
Dicionário Aulete da língua portuguesa: http://aulete.uol.com.br/site.php?mdl=aulete_digital
IATE – Inter Active Terminology for Europe: http://iate.europa.eu/iatediff/
BIBLIOTECA UNIVERSAL: http://www.universal.pt/site/paises/paises_df.html
Britannica: http://www.britannica.com/
Cambridge Dictionary Online: http://dictionary.cambridge.org/
Cambridge: http://dictionary.cambridge.org/
Dicionários/Enciclopédias: http://www.freeality.com/encyclop.htm
Dictionaries on the Internet: http://pws.prserv.net/esinet.migcc/diccionarios/
Dictionary.com. http://dictionary.reference.com/
Dictionary.com: http://www.dictionary.net/
Eurodicautom (Base de dados da EU): http://europa.eu.int/eurodicautom/Controller
Foreignword.com. http://www.foreignword.com/
FreeSearch: http://www.freesearch.co.uk/
http://www.longman.com/dictionaries/
FROM LANGUAGE TO LANGUAGE: http://www.langtolang.com/
Glossário das Nações Unidas: http://157.150.197.21/dgaacs/unterm.nsf/375b4cb457d6e2cc85256b260070ed33/$searchForm?SearchView
Glossários da Microsoft - ftp://ftp.microsoft.com/developr/msdn/newup/Glossary/
Google: http://www.google.com/
instituto camões / tradumática -
http://www.instituto-camoes.pt/CVC/tradumatica/rec_glo.html
João Roque Dias's Web Site: http://jrdias.com/
La Crosse Public Library: http://www.lacrosselibrary.org/
Lexicool (Directory of Dictionaries): http://www.lexicool.com/
Lexicool Directory of Bilingual and Monolingual Dictionaries: http://www.lexicool.com/
LibrarySpot: http://www.libraryspot.com/
LOGOS Multilingual Dictionaries http://www.logos.it/pls/dictionary/new_dictionary.dictio_professional_window?u_name=&u_password=&u_code=4395&code_language
Longman Dictionary of Contemporary English Online: http://www.ldoceonline.com/
http://www.longman.com/dictionaries/
Manon Bergeron's Index of Financial Glossaries - http://mabercom.com/
Merrian Webster Online: http://www.m-w.com/
Octante.Net (João Brogueira): http://www.octante.net/arquetipo
One Look Dictionary Online: http://www.onelook.com/
Online Dictionary Net. http://www.online-dictionary.net/
Oxford English Dictionary: http://www.oed.com/
Porto Editora: http://www.portoeditora.pt/dol
Priberam: http://www.priberam.pt/dlpo.dlpo.aspx
real dictionary: http://spanish.realdictionary.com/
Reference Materials: http://www.cln.org/subjects/refmat.html
Resources for Translators and Interpreters: http://homepage.uibk.ac.at/~c61302/
Rutgers University libraries/Electronic Reference Sources: http://www.libraries.rutgers.edu/rul/rr_gateway/e_ref_shelf/e_ref_shelf.shtml
Terminology Forum (online dictionaries) - http://www.uwasa.fi/comm/termino/
The Glossarist: http://www.glossarist.com/
The University of Queensland/Virtual reference collection: http://www.library.uq.edu.au/internet/vref.php
The University of Queensland: http://www.library.uq.edu.au/
Thesaurus.com: http://thesaurus.reference.com/
TIS Sistema de informação terminológica - http://tis.consilium.eu.int/utfwebtis/frames/introfsEN.htm
Translation Links Index: http://www.jrdias.com/JRD-Links.html
UOL Biblioteca: http://biblioteca.uol.com.br/
Visual Thesaurus: http://www.visualthesaurus.com/online/
Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page
Word2Word/Language Dictionaries and Translators: http://www.word2word.com/dictionary.html
Working in English: http://uk.cambridge.org/elt/workinginenglish/
Xanadu: http://www.foreignword.biz/software/xanadu/default.aspx
Xrefer. http://www.xrefer.com/
Your Dictionary Online: http://www.yourdictionary.com/
7. Terminologia
Eurêka - http://www.foreignword.com/eureka/default.asp
Lexicool - http://www.lexicool.com/
GlossPost - http://www.proz.com/?sp=glosspost&show_mode=search
GoTranslators link library - http://www.gotranslators.com/
Aquarius link library - http://www.aquarius.net/
Logos glossary database - http://www.logosdictionary.com/pls/dictionary/linguistic_resources.main?lang=en&source=resources
Dictionarium - http://www.dictionarium.com/
Portalingua by the Latin Union - http://www.portalingua.info/pt/recherche/recherche_avancee/1/index.php
L'inventaire des travaux terminologiques dans Internet de l'OLF - http://www.oqlf.gouv.qc.ca/ressources/bibliotheque/inventaires/inventaires.html
8. Textos paralelos / Documentação
Multilingual.ch - site para pesquisa por termos e textos paralelos - http://www.multilingual.ch/
Webb'sNet, Lynn Webb's site on translation, computational linguistics, and language - http://www.webbsnet.com/
Multilingual websites with parallel texts - http://web.ticino.com/multilingual/Multilingual_websites.htm
The Bitext Concordance Solution - http://www.beetext.com/find.html
OPUS - an open source parallel corpus - http://logos.uio.no/opus/
COMPARA - http://www.linguateca.pt/COMPARA/
9. Corpora paralelos
OPUS - an open source parallel corpus (novo site actualizado) -http://urd.let.rug.nl/tiedeman/OPUS/
COMPARA - Portuguese-English Parallel Corpus - http://www.linguateca.pt/COMPARA/Welcome.html
Cetempublico - http://www.linguateca.pt/carteiro/listinfo/cetempublico
CORPUS PARALELO - di.uminho.pt/terminum
ONLINE CORPORA – http://www-user.tu-chemnitz.de/~voigt/link_corpora.htm
LINGUATECA - http://www.linguateca.pt/
WEBOPEDIA (online dictionary and search engine for computer and Internet technology definitions) - http://www.webopedia.com/
ZVON - http://www.zvon.org/
10. Software
@PROMPT - http://www.smartlinkcorp.com/
ALCHEMY CATALYST (TRADUÇÃO) - http://www.alchemysoftware.ie/
babel fish altavista (systran) - http://babel.altavista.com/
Babel Fish - http://babelfish.altavista.com/
Déjà Vu - http://www.atril.com/
LINGUATEC – http://www.linguatec.de/products/pt2006/index.en.shtml
MEMOQ tRANSLATION SOFTWARE - http://www.kilgray.com/kilgray/products/memoq
METRA (METRA-TRADUTOR) - http://www.linguateca.pt/metra/
o leme tradutores - http://www.leme.pt/tradutores/
Online dictionary software - http://www.babylon.com/
OMEGA T – http://sourceforge.net/projects/omegat
Power Translator - http://www.avanquest.com/en/home/index.asp
SDLX - http://www.sdl.com/
Systran – Information and Translation Technologies - http://www.systransoft.com/
WordSmith Tools (term-extraction and concordance tools) - http://www.lexically.net/wordsmith/
TRADOS - http://trados.com.htm/
TRANSIT - http://www.star-group.net/eng/software/sprachtech/transit.html
WORDFAST - http://www.wordfast.net / http://www.global-tm.net/
(novo site)
Multitrans Translation Tools - http://www.multicorpora.ca/index_e.html
Lokalize - http://userbase.kde.org/Lokalize#Lokalize_under_Windows
Kbabel - http://kbabel.kde.org/#download
E ainda....
Translation Booth - www.translationbooth.com/images/robot.jpg
SDL - http//www.freetranslation.com/
Google Language Tools - http://www.google.com/language_tools?hl=en
E-prompt - http://www.e-promt.com/
11. Guias de Estilo / prontuários / GRAMÁTICAS
Guia de estilo para o inglês / English Style Guide - http://europa.eu.int/comm/translation/writing/style_guides/english/frame_index_en.htm
http://ec.europa.eu/translation/writing/style_guides/english/style_guide_en.pdf
http://europa.eu.int/comm/translation/writing/style_guides/english/index_en.htm
Interinstitutional style guide - http://publications.europa.eu/code/en/en-000100.htm
Google in Your Language - translation style guide - http://services.google.com/tc/guidelines.html
Livro de Estilo do Público - http://www.publico.clix.pt/nos/livro_estilo/02-apresentacao.html
Ciberdúvidas da Língua Portuguesa - http://ciberduvidas.sapo.pt/
O LEME - http://www.leme.pt/gramaticas/
PRIBERAM - http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx
http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica.aspx
BIBLIOTECA UNIVERSAL – http://www.universal.pt/Site/GramPor.htm
NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA - http://www.tvcultura.com.br/aloescola/linguaportuguesa/index.htm
PORTUGUÊS - http://www.portugues.com.br/
FOLHA DE SÃO PAULO (MANUAL DE ESTILO) - http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/manual_redacao.htm
12. TABELAS DE CONVERSÃO
UNIVERSAL - http://www.universal.pt/site/medidas/conv_medidas.htm
ONLINE CONVERSION - http://www.onlineconversion.com/
MEGACONVERTER - http://www.megaconverter.com/mega2/
CONVERTI T – http://www.convertit.com/
CURRENCY CONVERTER –OANDA) - http://www.oanda.com/converter/classic
13. CORRECTORES ORTOGRÁFICOS
FLiP On-line acesso gratuito - http://www.flip.pt/FLiPOnline/tabid/96/Default.aspx
Correctores ortográficos para Mozilla e OpenOffice.org - http://maracuja.homeip.net/software/dict
SpellCheck.net - Free Online Spell Checker - http://www.spellcheck.net/
Online spell check Orangoo Empire - http://orangoo.com/spell/
Free Spell Check Tool - Spell Checker Software from Spellex - http://spellex.com/speller.htm
Website Spell Checking Service – http://www.websiteoptimization.com/services/spell-check/
Free Online Spell Check Service - http://www.thesolutioncafe.com/public-spell-checker.html
Proofreading Tools for Microsoft Word and PowerPoint - http://www.proofreadingtools.com/
14. CONTADORES DE PALAVRAS
WEB BUDGET - http://www.webbudget.com/
Word Count and Character Count Software: AnyCount - http://www.anycount.com/
Word Count and line count software for Translators and Transcriptionists - http://www.practiline.com/
Text Tally Word and Line Counter – http://www.nch.com.au/counter/index.html?ref=google&ref2=textally2&gclid=CICX79DauosCFRgnEAodmiCCyA
Free Word count software - http://www.newfreedownloads.com/find/word-count.html
15. CONVERSORES
PDFGRABBER - http://www.pdfgrabber.com/index.html?source=google_EN
ABLE2EXTRACT – http://www.investintech.com/able2extract.html
http://www.freedownloadscenter.com/Business/Word_Processing/Able2Extract.html
PRIMO FREE PDF CONVERTER TOOL - http://www.primopdf.com/
PDF CREATOR - http://sourceforge.net/projects/pdfcreator/
PDF CONVERTER – http://www.solidpdf.com/pdf/_converter_1/34?gclid=CLTm3un3uosCFQZhEAodOi0eyw
16. OUTRAS FERRAMENTAS
SEARCH AND REPLACE - http://www.funduc.com/srshareware.htm
17. O EFEITO GILT E A INDÚSTRIA DAS LÍNGUAS - Ferramentas de Localização
- Alchemy Catalyst: http://www.alchemysoftware.ie/index.html
1) Tutorials: - http://www.alchemysoftware.ie/tutorials/content/overview.htm
2) Alchemy CATALYST Web Based Lessons: - http://www.alchemysoftware.ie/tutorials/index.html
- Passolo – http://www.passolo.com/
- Adapt - http://www.adapt-localization.com/
- CatsCradle - http://www.stormdance.net/
- Lionbridge - http://www.lionbridge.com/
- SDL Localization Suite - http://www.sdl.com/products-translation/products-corp/localization-suite.htm
- The ultimate resource for finding information on localisation -
-http://www.electonline.org/
- TRADOC - http://www.tradoc.pt/webpage/en/
- LINGUASERVE, MADRID - http://www.linguaserve.com/espanol/index.htm
- STAR - http://www.star-group.net/
- Welocalize - http://www.welocalize.com/
- Lokalize - http://userbase.kde.org/Lokalize#Lokalize_under_Windows
- Kbabel - http://kbabel.kde.org/#download
18. GMS – Global Management Systems / CMS – Content Management Systems: Lionbridge, Idiom, Unisite, Globalsight, SDL Workflow, Wholetree, Trados, Interwoven, Broadvision, Documentum, Microsoft Content Management Server, Stellent, Vignette, Tridium, Logoport - http://www.lionbridge.com/globalization/technology/logoport.liox?intLangID=1
19. Online Resources – Technical Writing (online translation and dictionary resources)
- Online Technical Writing - http://www.io.com/~hcexres/tcm1603/acchtml/acctoc.html
- Technical Writing - http://www.rbs0.com/tw.htm
- Technical Writing Course - http://www.technical-writing-course.com/
- Society for Technical Communication - http://www.stc.org/
- Online Technical Writing: Online Textbook—Contents - http://www.io.com/~hcexres/textbook/
20. Controlled language
- Smart Communications INC (vendor) - http://www.smartny.com/Default.htm
- Controlled English - http://www.smartny.com/controlledenglish.htm
- Simplified English - http://www.userlab.com/SE.html
- Simplified English - http://www.userlab.com/Downloads/SE.pdf
- Simplified English - http://www.smartny.com/simplifiedenglish.htm
- AECMA - http://www.simplifiedenglish-aecma.org/
- AECMA + Simplified English - http://www.simplifiedenglish-aecma.org/Simplified_English.htm
- Boeing Simplified English - http://www.boeing.com/phantom/sechecker/se.html
- Ogden’s Basic English - http://ogden.basic-english.org/basiceng.html
- A Plain English Handbook
(SEC – Securities and Exchange Commission) - http://www.sec.gov/pdf/handbook.pdf
21. Direito
Consilium - http://ue.eu.int/cms3_fo/index.htm
Curia – http://www.curia.eu.int/
CELEX - http://europa.eu.int/celex/
Magistrad - http://www.magistrad.com/
22. Mailing Lists e Discussion Groups
Lantra-L FAQ and Lantra-L, Listserver: (listserv@segate.sunet.se), Discussion List: TERM-LIST Listserver: (listserv@uwasa.fi) Discussion List: term-list at uwasa.fi
FOREIGNWORD - http://www.foreignword.com/Translators/forums/forums.htm
Translators’ Discussion Groups -http://accurapid.com/journal/00disc.htm
Lantra-L, um fórum internacional sobre todos os aspectos da tradução e da interpretação (para mais informações dirigir-se a http://www.geocities.com/Athens/7110/lantra.htm).
u-forum, uma mailing list em alemão que trata de assuntos relacionados com a tradução e a interpretação profissionais (para mais informações, dirigir-se a http://www.techwriter.de/thema/u-forum.htm) e u-cat, um fórum alemão dedicado especificamente a questões sobre ferramentas de tradução (cf. http://www.techwriter.de/thema/u-cat.htm).
TW_Users, um fórum internacional sobre aspectos relacionados com o uso das ferramentas de tradução de Trados (Translator's Workbench); o fórum pertence ao Yahoo-groups e pode-se aceder através de http://groups.yahoo.com/.
Tradução assistida por computador
Tradução automática
Catalyst / Transit / Déjà-vu / Translat / MetaTexis / IBM Translation Manager / Multicorpora / WebBudget / Passolo / Wordfast /
Trados Workbench / Wordfisher
• AutomaticTrans Português (do Brasil) e Espanhol / Sail Labs / Babelfish / Systran / Falatudo / T-Mail / Freetranslation / Wordlingo / LogoMedia.Net / Lernout & Hauspie / World Language Resource
23. Recursos para o ensino da tradução
Poor Technology Group - http://www.uvic.cat/fchtd/especial/en/ptg/ptg.html
24. Tradução Especializada (Direito / Economia)
Site sobre constituição de empresas no Reino Unido - http://www.ukcorporator.co.uk/company_structure.php
Friday, December 22, 2006
Kit de sobrevivência para tradutores e afins
Bem sei que tenho andado arredado destas andanças. O tempo tem sido escasso e as solicitações mais que muitas.
Entretanto, não queria deixar de partilhar convosco este kit de sobrevivência que me foi sugerido por mãos amigas e que não deixa de ser uma abordagem curiosa ao mundo da tradução. O documento em pdf pode ser acedido a partir do RepositoriUM da Universidade do Minho ou em
http://hdl.handle.net/1822/5890
Entretanto, não queria deixar de partilhar convosco este kit de sobrevivência que me foi sugerido por mãos amigas e que não deixa de ser uma abordagem curiosa ao mundo da tradução. O documento em pdf pode ser acedido a partir do RepositoriUM da Universidade do Minho ou em
http://hdl.handle.net/1822/5890
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